O estresse de estudantes no momento do vestibular

Estresse, apesar de ser comumente conhecido como um vilão, é um mecanismo biológico fundamental para nossa sobrevivência.

O estresse de estudantes no momento do vestibular

O estresse nos ajuda a ter mais atenção e foco e contribui para que consigamos realizar nossas tarefas com melhor performace. O problema se dá justamente quando ele deixa de ser algo positivo e eventual e passa a tomar conta de nosso dia a dia. Algo muito comum para aqueles que sofrem da pressão com os estudos.

O vestibular é o foco dessa leitura justamente por ser a primeira fase de nossas vidas em que o estresse pode chegar em proporções perigosas. Muitas outras fontes ainda estão por vir: vagas de emprego, empréstimos, concursos públicos, campeonatos e até mesmo vida pessoal. A lista é grande e, sem o cuidado necessário, pode trazer consequências graves, como a depressão e a síndrome do pânico.

 

Entenda o estresse no momento do vestibular

O estresse de estudantes no momento do vestibular

O vestibular é um momento bastante temido entre os jovens. Afinal, é exigido que eles escolham um rumo profissional antes mesmo de completarem a maioridade.

Existe a pressão dos pais, da escola, dos cursinhos e até mesmo dos amigos tanto na escolha de um curso superior, quanto na sua aprovação no vestibular. Ocorre a competição dentro e fora da escola por notas melhores e o temor de não ser aprovado em uma instituição pública, caso essa seja a única opção viável. Ah, e ainda é preciso estudar. Exaustivamente.

A estudante de medicina Clara Jamarino conta a sua rotina intensa durante a preparação para o vestibular. Além da competição por uma vaga em um dos cursos mais concorridos do país, a reprovação em duas provas anteriores aumentou ainda mais a cobrança interna, o que levou a um quadro intenso de estresse. “Entrei em desespero, me sentia muito cansada, incapaz, com um fluxo de pensamento altamente acelerado que me atrapalhava a dormir e a concentrar nas minhas atividades”, relata a estudante.

 

Os riscos do estresse

Muitos adolescentes deixam de sair com amigos para se preparar para o vestibular. Atividades físicas, aulas de música e prazeres cotidianos passam a ser deixados de lado para dedicar-se ao máximo aos estudos. Com uma vida cada vez mais focada na meta de ser aprovado, ignorando os pequenos e grandes prazeres, a saúde física e psicológica do indivíduo pode ser severamente prejudicada.

A curto prazo, temos como principais problemas insônia, perda do apetite, ansiedade e mudanças bruscas de humor.

A longo prazo, as consequências podem ser muito mais severas. Justamente por a adolescência ser um momento de construção de identidade, ter o estresse como presença constante pode fazer com que ele a leve para toda vida. Esse é o chamado estresse crônico.

Além disso, o conjunto de pressões próprias e externas, associado à ansiedade e personalidade do indivíduo, pode levar à depressão. A condição consiste em uma série de fatores que se acumulam de tal maneira que se torna praticamente impossível manter um estado de felicidade. O estresse pode ser uma porta de entrada para que os temores e inseguranças do jovem cresçam em escala preocupante.

Clara nos conta ainda que o seu nível de estresse estava tão alto que, se não tivesse procurado ajuda médica na Clínica Frederico Pretti, poderia ter desenvolvido um quadro de síndrome do pânico.

Hipertensão, enxaqueca, dores no corpo, fadiga, são outros problemas que podem ser desencadeados pelo estresse contínuo.

Não há dúvidas de que o estresse é necessário, mas o momento em que ele passa a dominar nossas vidas é quando devemos buscar ajuda.

 

Estresse tem tratamento!

O estresse de estudantes no momento do vestibular

Temos na Clínica um programa anti-estresse para ajudar tanto jovens quanto adultos a diminuírem o estresse crônico e suas consequências.

O tratamento traz inúmeras vantagens ao paciente. Melhora  a vitalidade, disposição ,energia, concentração e  ansiedade, o que contribui para melhores noites de sono e um humor estável.

Após realizar o tratamento na clínica, Clara nos conta como a sua rotina mudou: “depois de 15 dias de tratamento, já pude perceber uma pequena redução no meu nível de estresse, e com 3 meses já me sentia muito mais tranquila, com um sono de qualidade e maior atenção nas minhas atividades. Hoje, me sinto feliz por ter conseguido passar por um momento de alta tensão de forma mais leve e por ter maior controle sobre meu estresse”. Ela realizou as provas com muito mais confiança e foi aprovada em dois vestibulares de medicina.

O estresse deve sim existir na vida do estudante ou de qualquer outra pessoa, porém nunca de forma a prejudicar sua saúde física e mental!

 


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Postado em 27 de março de 2017, por  
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