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Índice Glicêmico dos alimentos: use a seu favor!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O conceito de Índice Glicêmico está invadindo academias e consultórios: estamos todos ligados na importância de considerar todo o processo de absorção dos alimentos pelo corpo.

O Índice Glicêmico (IG) considera a velocidade com que os carboidratos presentes nos alimentos são digeridos e transformados em açúcar pelo organismo.

O segredo para ter uma dieta balanceada é o equilíbrio entre os índices durante as refeições. Há vários alimentos que, quando combinados, interferem no IG final da refeição, por isso é tão importante aliar os grupos alimentares, tornando a digestão e a absorção pelo organismo mais lenta.

Os alimentos de alto IG podem ser consumidos quando combinados com alimentos fontes de gorduras saudáveis, fibras e proteínas, que reduzem a velocidade de absorção da glicose pelo organismo.

Dica da nutricionista Letícia Pimenta



Postado em 19 de maio de 2015, por  
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Ortorexia: Uma obsessão Alimentar

 

 

 

 

 

 

 

 

A Ortorexia é um transtorno alimentar que se caracteriza pela busca compulsiva por alimentos considerados “super saudáveis”. Vários são os fatores que podem contribuir para o desenvolvimento deste transtorno alimentar, como: interesse exagerado pela nutrição, personalidades exigentes e restritivas, atletas e pessoas com preocupação excessiva com sua forma corporal, e pacientes que em decorrência de uma doença começam a buscar o consumo de alimentos considerados mais saudáveis.

As pessoas que apresentam este tipo de transtorno, evitam alimentos com sabores artificiais, corantes, conservantes, adoçantes, glúten, lactose, gordura trans,  transgênicos, agrotóxicos, alto teor de gordura, sal e açúcar, tendo também uma preocupação excessiva no que vão comer no dia seguinte, quando vão se hospedar na casa de uma outra pessoa, quando viajam para um outro pais,  durante uma viagem de avião, etc.

Sendo assim, este é um tipo de transtorno alimentar, que pode causar desnutrição, carências nutricionais, anemias, fraqueza, tonteira, perda de peso, queda da pressão arterial e vários outros problemas de saúde, além de um sofrimento físico e psicológico quando não encontra o que considera saudável para comer.

Tais transtornos afetam, principalmente, adolescentes e adultos jovens, podendo levar a grandes prejuízos biológicos e psicológicos. E são caracterizados por mudanças no padrão alimentar associados à busca de um estilo de vida maus saudável, baixa autoestima, obsessão pela magreza ou pelo “corpo perfeito”.

A Ortorexia nervosa é descrita como um transtorno alimentar e não como uma doença, como a anorexia e a bulimia nervosa. Ela gera um comportamento obsessivo patológico, caracterizado pela fixação por alimentos considerados saudáveis e pela sua qualidade, mas diferenciando-se da bulimia e anorexia, por não se preocupar com a quantidade de alimentos ingeridos.

É claro que há pessoas com alergias e intolerâncias graves que necessitam evitar ou até mesmo excluir determinados alimentos, como as crianças portadoras da síndrome da fenilcetonúria, portadores de alergia ou intolerância graves ao glúten e à lactose, portadores de insuficiência renal, hepática e cardíaca, portadores de diabetes mellitus, hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia, gota, obesidade, síndrome plurimetabólica, etc.

Mas, todo excesso ou exagero, seja ele qual for, pode se tornar nocivo. A espécie humana vem sobrevivendo ao longo da evolução, exatamente pela sua extrema capacidade de se adaptar a uma infinidade de mudanças, às quais foi submetida.

Se você se identifica, com esse tipo de de transtorno alimentar, procure ajuda de um médico especialista em nutrologia, um apoio psicoterápico e um acompanhamento nutricional. Muitas vezes é necessário o apoio de uma equipe multidisciplinar, para fazer uma abordagem mais ampla, e melhorar o resultado do tratamento.

Artigo: Dr. Frederico Pretti e Dra. Karine Queiroz (Psicóloga)



Postado em 5 de maio de 2015, por  
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Como ganhar massa muscular?

Faça musculação

O exercício de musculação, quando realizado na frequência e intensidade adequadas, gera diversas respostas adaptativas em nosso organismo. Adaptações cardiorrespiratórias, hormonais, imunológicas, neurológicas e celulares, que ocorrem para suportar as alterações no músculo, como a hipertrofia e a recuperação muscular.

Há um aumento no reparo muscular, bem como no crescimento e na força. Uma vez ativadas, as células satélites se fundem às fibras musculares lesionadas formando novas fibras para a reconstrução do músculo e aumento da força.

Mas não se esqueça de que essas respostas adaptativas ao exercício só ocorrem quando o mesmo é associado a uma alimentação saudável, que forneça todos os substratos nutricionais para essa recuperação muscular.

Tenha uma alimentação equilibrada!

A alimentação de quem quer ter mais músculos deve conter proteínas de boa qualidade e boa absorção, carboidratos de baixo índice glicêmico e vitaminas como as do complexo B e minerais: zinco, magnésio, cromo, etc.

Café da manhã:

Ovos, frios magros, iogurte com baixo teor de gordura, shakes proteicos, quinoa, semente de chia, leite de soja, leite de arroz, leite de amêndoas.

Almoço e jantar:

Todos os tipos de carne, cereais como a quinoa e grãos como lentilha e grão de bico.

Lanche da manhã e da tarde, pré e pós treino:

É importante comer proteína junto com alimentos que forneçam carboidratos de baixa índice glicêmico. Também podem ser utilizados suplementos de proteínas em pó, que facilitam o aumento da ingestão desse nutriente tão importante para o desenvolvimento muscular.

Alimentos que ajudam no ganho de músculos:

 Espinafre: As folhas verdes podem ajudá-lo nos exercícios. Como? Elas possuem magnésio, mineral que participa do processo de contração muscular. Além disso, contêm fibras e vitaminas.

Peru: Ave é magra e rica em proteína. Contém leucina, aminoácido que ajuda a evitar a perda de massa magra. Fonte de triptofano, que auxilia na produção de serotonina, neurotransmissor essencial para a alegria, a sensação de bem-estar e o combate ao estresse.

Beterraba: Segundo estudo realizado pela Universidade de Exeter (Inglaterra), ingerir o suco dessa raiz pode melhorar sua resistência no exercício em até 16%. Ou seja, mandar uma vitamina com ela pode dar uma mão se faltar fôlego no treino.

Atum, sardinha e salmão: Alimentos ricos em ômega-3, que possuem uma alta capacidade anti-inflamatória, auxiliando na diminuição da dor pós-treino e na recuperação muscular. Também ajuda na redução da velocidade da quebra de proteínas, o que evita a perda de massa muscular.

Milho: Ao malhar, você gasta o estoque de glicogênio muscular, fonte de energia para o exercício. O milho possui carboidrato de rápida absorção, que ajuda a repor o nutriente. Também tem antioxidantes, que combatem os radicais livres.

Batata doce: Tem baixo índice glicêmico. Esse índice indica a velocidade com que a glicose (açúcar) vai parar na circulação assim que comemos, e quanto mais baixo, melhor. Alimentos com baixo IG liberam energia mais lentamente, o que faz com que o pique para o treino seja mantido por mais tempo. Além disso, possuem algumas vitaminas e nutrientes como vitaminas A e B, e minerais como o cálcio.

Ovo: É rico em albumina, proteína que ajuda na recuperação muscular. Essa substância está contida, em sua maioria, na clara, parte quase livre de gordura. Já a gema, contém as vitaminas A, D, E e K.

Filé mignon ou patinho: São carnes com menor quantidade de gordura e que ajudam a preservar a creatina, composto de aminoácidos que favorece o ganho de explosão e força. Também contêm ferro e vitamina B12.

Carne de cordeiro: Reúne minerais e vitaminas, como B12, ferro, fósforo e zinco. Qual a vantagem de investir nessa carne diferente? Ela é mais magra do que a bovina e possui baixo teor de colesterol.

Amêndoas: As amêndoas possuem altos níveis de alfa-tocoferol e vitamina E. Dois punhados por dia podem substituir facilmente um lanche e ainda ajudar a aumentar sua massa muscular. A vitamina E é responsável por combater radicais livres que são produzidos ao fazermos exercícios pesados. Quanto menos radicais livres em nosso corpo causando danos, mais rápido nosso corpo pode voltar ao crescimento dos músculos. Além de tudo isso, estudos indicam que comer amêndoas pode ajudar na proteção contra o Alzheimer, já que possui vitamina E.

Dica da nutricionista Mariana Silva

 



Postado em 14 de abril de 2015, por  
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Alimentos que protegem o cérebro

ARTIGO: ALIMENTOS QUE PROTEGEM O CÉREBRO

Dr.Frederico Pretti

Desde pequeno aprendemos que é preciso comer bem para crescer e ficar forte. E se agora lhe disséssemos que certos alimentos podem proteger o cérebro contra o processo de envelhecimento e ainda torná-lo mais inteligente?

É o que indica estudos recentes da Neurociência. Determinados compostos químicos presente nos alimentos são essenciais para o bom funcionamento do cérebro e  a prevenção de doenças degenerativas cerebrais, como as doenças de Parkinson e Alzheimer. Mas eles podem também melhorar a inteligência, agilidade mental e a capacidade de memorização, além de combater o estresse e a depressão.

Frutas cítricas, frutas vermelhas, hortaliças, chá verde, outros chás e vinhos, especialmente o vinho tinto seco, são ricos em flavonoides, um dos principais compostos responsáveis por esses benefícios. Os flavonoides são poderosos antioxidantes, combatem a inflamação e melhoram a circulação cerebral.

O chocolate estimula a produção de dois importantes neurotransmissores cerebrais, serotonina e dopamina, responsáveis pela sensação de felicidade e prazer, capacidade de enfrentamento e adaptação ao estresse, redução da ansiedade, angustia e relaxamento corporal para um boa noite de sono. Portanto, o chocolate ajuda a combater e tratar o estresse e a depressão, ainda auxilia na prevenção do derrame cerebral. Mas, é preciso reduzir o teor de açúcar, e aumentar o teor de cacau, para que chocolate desempenhe todo o seu potencial de ação. Sendo assim, prefira os chocolates com teor de cacau acima de 50% ou o Nibs de cacau.

As gorduras saudáveis por serem ricas em ômega-3, ômega-6 e vitaminas A, D, E e K2, são essenciais para a saúde do cérebro e a prevenção e tratamento das doenças degenerativas cerebrais, além ser extremamente útil no casos de depressão. Veja mais sobre as gorduras saudáveis em dieta cetogênica.

O café, uma das bebidas mais consumida do mundo, também possui seus benefícios. A cafeína, seu principal componente, possui um poderoso efeito positivo sobre cérebro humano, desde que não seja consumida em excesso. Ela melhora o estado de alerta e a capacidade de orientação, reação e agilidade cerebral, assim como a cognição e a memória. Combate a fadiga e a sonolência, e auxilia também na prevenção das doenças degenerativas cerebrais.

Como vimos acima, nutrir melhor o cérebro pode melhorar muito a sua performance, combater a depressão e nos proteger de várias degenerativas cerebrais.

Fonte: mente cérebro



Postado em 7 de abril de 2015, por  
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Você sabe o que é Disbiose Intestinal?

Você sente fome logo após devorar uma maçã? Isso é um sintoma clássico de quem tem “Disbiose Intestinal”. No nosso organismo temos mais ou menos 100 trilhões de bactérias de mais de 400 espécies diferentes e que devem viver em equilíbrio. A nossa flora intestinal tem funções importantes como a síntese de algumas vitaminas e a defesa do nosso organismo.

A Disbiose Intestinal é um transtorno no qual as bactérias da flora normal ficam em minoria e o organismo torna-se debilitado, já que a capacidade de defesa diminui. Os sintomas mais comuns são: aumento da vontade de comer doces, principalmente após as refeições, ganho de peso alterações de humor como irritabilidade, depressão e mau humor, ansiedade e insônia, maior formação de gases, dor abdominal, infecções urinárias, micoses, acnes e muitos outros. O tratamento é a longo prazo e consiste basicamente em duas abordagens, sendo uma dietética e outra baseada na administração de prebióticos e/ou probióticos.

A dieta deve ser rica em frutas e vegetais e livre de alimentos refinados e industrializados, que contêm corantes e outros aditivos químicos. Além disso, devem ser retirados os alimentos alergênicos como laticínios de vaca e cabra, glúten e proteínas de difícil digestão como a da carne bovina. Outro fator importante que deve ser considerado na elaboração da orientação nutricional é a inclusão de alimentos que tenham função digestiva como o suco de aloe vera e os chás de abacaxi e hortelã e antibacteriana como o alho, a cebola, a cúrcuma, a semente de abóbora e outros.

Os prebióticos são fibras que possuem a capacidade de reequilibrar a flora intestinal, atuando como substratos para fermentação das “bactérias do bem”. Atualmente são encontrados alimentos enriquecidos com essas fibras, sendo que as mais conhecidas são a inulina e o FOS (frutooligosacarídeos).

O tratamento com os probióticos (preparações alimentícias ou farmacêuticas na qual são encontrados microorganismos definidos e vivos) é imprescindível para que haja a recolonização intestinal com microorganismos benéficos, restabelecendo o equilíbrio intestinal, a integridade da mucosa e, conseqüentemente, o equilíbrio funcional do organismo.

 

Dica da nutricionista Marilene



Postado em 26 de março de 2015, por  
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A.S.C – 53 Anos

Dr. Frederico Pretti é um excelente profissional. Um médico experiente, estudioso e que transmite muita segurança e credibilidade. Um tratamento eficiente com um resultado excelente . Ótima equipe!!!


*Os resultados podem variar de pessoa para pessoa.
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