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Desintoxicação, saúde e bem-estar

Ao longo dos anos, acumulamos várias substâncias tóxicas nocivas à nossa saúde. Essas toxinas são provenientes de hábitos alimentares inadequados, alimentos industrializados, fumo, álcool e outras drogas, poluentes ambientais, agrotóxicos, metais tóxicos, inflamação crônica, infecções recorrentes, radicais livres, estresse, entre outros.
Tais substâncias se depositam nos líquidos e gorduras corporais, causando inúmeras disfunções orgânicas. O nosso organismo tem mecanismos capazes de neutralizar substâncias tóxicas transformando-as em não tóxicas, e eliminá-las pelo pulmão, rim e intestino.

Hoje em dia, estamos expostos a uma carga tóxica exagerada que sobrecarrega os nossos sistemas fisiológicos e ultrapassa a nossa capacidade de neutralizar e eliminar essas toxinas. O resultado é uma intoxicação crônica, responsável por uma infinidade de doenças, que nem de longe desconfiávamos ser de origem tóxica.
desintoxicacao_detoxA desintoxicação é um processo que tem como objetivo auxiliar na eliminação de substâncias tóxicas ou estranhas ao nosso organismo. Fazer uma DETOX, de tempos em tempos, não só previne, mas ajuda a tratar uma série de problemas de saúde, listados abaixo.

Problemas decorrentes da intoxicação crônica

Entre os problemas causados pelo excesso de toxinas, podemos citar alergias respiratórias e cutâneas, urticárias, eczemas, distúrbios gastrointestinais e imunológicos. A lista se estende por vários males:

  • Fadiga crônica;
  • Distúrbios hormonais;
  • Envelhecimento precoce;
  • Problemas de pele, cabelos e unhas;
  • Dificuldade de concentração e memorização;
  • Distúrbios metabólicos e dificuldade para emagrecer;
  • Dificuldade para iniciar o sono, sono entrecortado e insônia;
  • Depressão, ansiedade, nervosismo, irritabilidade e mau humor;
  • Disbiose com alteração da permeabilidade e função de barreira intestinal;
  • Imunidade baixa com manifestações recorrentes de herpes, candidíase, cistite, infecção urinária, resfriado, sinusite, etc;
  • Sensibilidades alimentares excessivas com sensação constante de empanzinamento, inchaço abdominal, muita formação de gases, prisão de ventre , diarreia, etc;
  • Retenção hídrica constante com sensação de inchaço no corpo todo;
  • Inchaço constante em torno dos olhos;
  • Dores no corpo, cabeça e articulações;
  • Sobrecarga do fígado e vesícula biliar;
  • Inflamação crônica silenciosa e aumento da formação de radicais livres, moléculas tóxicas que contribuem para o envelhecimento precoce, câncer, doenças degenerativas cerebrais e cardiovasculares, etc;

Como ajudar a neutralizar e eliminar toxinas do seu organismo

Tenha atenção à sua alimentação. Consuma preferencialmente produtos frescos, integrais e orgânicos, frutas de baixo índice glicêmico, frutas oleaginosas, leguminosas, brotos, verduras e legumes que nascem acima da terra, peixes de mar, ovo e frango caipiras, temperos e condimentos frescos ou secos. Tome no mínimo 2 litros de água por dia, um suco verde pela manhã e uma salada crua e colorida no almoço ou jantar. Tome diariamente um pool de lactobacilos para melhorar a flora bacteriana e a saúde intestinal, combatendo tanto a prisão de ventre como a tendência à diarreia. Pratique atividade física regularmente, para eliminar especialmente toxinas provenientes do estresse.

Reduza o consumo de alimentos industrializados, frituras e alimentos gordurosos, sal, açúcar, doces e adoçantes não calóricos, carnes vermelhas, leite e derivados.
Se você for intolerante ou alérgico ao glúten, não coma produtos que contenham trigo, e aprenda a ler os rótulos, porque o glúten está presente em uma infinidade de alimentos industrializados, suplementos alimentares e até medicamentos.
Esses cuidados são simples e podem melhorar a sua qualidade de vida.

Escrito por: Dr. Frederico Pretti


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Postado em 26 de maio de 2017, por  
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Reposição hormonal e o medo de câncer

Hormônio é um assunto polêmico, complexo e delicado, que causa medo e insegurança nas pessoas em geral e até mesmo nos médicos. As mulheres em especial, durante a pré e pós menopausa, vivem um grande dilema: faço ou não faço reposição hormonal? A maioria dos médicos adota uma postura conservadora e diz: é mais prudente não usar, pois hormônios podem causar câncer.

Os homens são vítimas do mesmo dilema. Durante a andropausa, a queda da testosterona, o principal hormônio masculino, começa a produzir sintomas: diminuição da libido e qualidade da ereção, perda muscular, diminuição da  agressividade nos negócios e uma maior insegurança ao tomar decisões. E logo surge a dúvida: faço ou não faço reposição hormonal? Mas e o medo do câncer de próstata?

Casal faz uma consulta sobre reposição hormonal - Frederico Pretti

 

Algumas reflexões sobre o uso de hormônios

Quando o médico diagnostica que você está com hipotireoidismo, ele lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança um hormônio para a tireóide, e lhe diz: você vai fazer uso desse remédio para o resto da vida.

Quando o médico diagnostica que você está com diabete mellitus, ele lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança a insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, e lhe diz: você vai fazer uso desse remédio para o resto da vida.

Quando o médico diagnostica que seu filho está com retardo do crescimento, ele lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança o hormônio do crescimento (GH).

Quando sua filha vai iniciar a vida sexual, a primeira coisa que lhe vem à cabeça é levá-la ao ginecologista que lhe  prescreve, sem nenhum medo ou insegurança, um anticoncepcional para ela não engravidar, e lhe diz: você vai fazer uso desse remédio até a menopausa. E cada vez mais as mulheres inciam a vida sexual mais cedo – 13-15 anos. Se a menopausa ocorre em torno dos 45-50 anos, imagine a carga hormonal que essa mulher vai ingerir durante todo esse período.

Quando o médico diagnostica que sua filha está com ovário policístico, ele lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança o uso de anticoncepcionais, e lhe diz: você vai fazer uso desse remédio para o resto da vida, porque além dele evitar uma gravidez indesejada, ele vai manter a sua pele mais bonita e sem acne.

Quando o médico diagnostica que você está com endometriose, ele lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança o danazol – um hormônio androgênico derivado da testosterona, ou o dienogeste – um hormônio que inibe a produção de estradiol. E lhe diz: provavelmente você vai fazer uso desse remédio até a menopausa.

Quando você tem uma TPM fortíssima, o médico lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança um anticoncepcional de uso ininterrupto, o diu mirena ou o implanon. Hormônios que vão suspender a menstruação e  melhorar os sintomas. E lhe diz: você pode fazer uso desses remédios até a menopausa.

As clínicas de fertilização feminina prescrevem, sem nenhum medo ou insegurança, vários hormônios considerados cancerígenos, exatamente em uma mulher que vai gerar um bebê e produzir mais hormônios que em qualquer outro período de sua vida.

Algumas considerações sobre o uso de hormônios

Como vimos acima, a medicina recomenda o uso de vários hormônios considerados cancerígenos sem nenhum medo ou insegurança: estradiol, progesterona, progestágenos, testosterona, androgênios derivados de testosterona, DHEA, GH, etc.

Todos os anticoncepcionais tem em sua composição dois hormônios considerados cancerígenos: estradiol e progestágenos, uma progesterona sintética com efeitos muito piores que a progesterona natural.

Os anticoncepcionais sabidamente aumentam o risco de trombose e embolia pulmonar, especialmente em mulheres jovens, pelo fato de conter em sua composição o hormônio estradiol.

Os anticoncepcionais sabidamente diminuem a libido, dificulta o ganho de massa muscular, aumenta a flacidez e a celulite, e ainda pode contribuir para o ganho de peso.

Os anticoncepcionais podem provocar enxaquecas e dores de cabeça fortissimas, além varizes e dores nas pernas, a ponto de algumas mulheres não conseguirem usá-los.

Se a medicina tem certeza que os hormônios causam câncer, deveria ser proibido o uso de anticoncepcionais e tratamentos de fertilização feminina, ou pelo menos exigir que fosse feito um estudo genético para avaliação de predisposição ao câncer e ao risco de trombose e embolia pulmonar, o que geralmente não ocorre.

Por que fazer uma reposição hormonal?

Mulher sente efeitos da menopausa. A reposição hormonal pode ajudar a diminuir o calor e os outros sintomas - Frederico Pretti

Porque precisamos corrigir deficiências hormonais que aparecem durante a andropausa, a menopausa e o próprio envelhecimento. Porque os hormônios são essenciais à saúde, beleza, bem-estar, longevidade e qualidade de vida.

Como vimos acima, a medicina recomenda o uso de hormônios para tratar uma série de problemas, sem nenhum medo ou insegurança. Mas quando homens e mulheres necessitam fazer uso desses mesmos hormônios os médicos logo dizem: cuidado, hormônios podem causar câncer.

Realmente não entendo. Pois me parece um contrassenso. Como a medicina pensa em proporcionar uma longevidade saudável, sem os hormônios. Seus hormônios não caem porque você envelhece. Você envelhece porque os seus hormônios caem.

Durante a gestação a mulher passa nove meses com seus hormônios nas alturas. Em nenhum momento de sua existência a mulher vai conviver com níveis tão altos de hormônios:

  • Quantas vezes vocês ouviram dizer que uma mulher teve câncer de mama, ovário ou útero durante a gestação?
  • Quem tem maior incidência de câncer: a gestante ou a mulher depois da menopausa, cujos hormônios estão francamente em queda?
  • Quem tem maior incidência de câncer: a mulher que teve várias gestações ou a que não teve nenhuma, e portanto nunca teve essa enxurrada de hormônios em seu corpo?

Será que os hormônios, substâncias tão essenciais à saúde, bem-estar, longevidade e qualidade de vida,  são os únicos responsáveis pelo aumento da incidência de câncer?

Não. O câncer é um problema complexo e multifatorial. Veja abaixo os fatores que podem contribuir para o surgimento do câncer:

  • Hereditariedade;
  • Depressão, tristeza e mágoas;
  • Hábitos alimentares inadequados;
  • Carências nutricionais específicas;
  • O excesso de sal e açúcar;
  • O excesso de gordura trans ou hidrogenada;
  • O excesso de alimentos modificados geneticamente;
  • O excesso de alimentos com cor, sabor e aroma artificiais;
  • O excesso de alimentos industrializados e cheios de conservantes;
  • O excesso de poluentes ambientais e agrotóxicos;
  • O excesso de xenoestrógenos que alteram o equilíbrio hormonal;
  • O excesso de radiações eletromagnéticas;
  • O excesso de fumo e bebidas alcoólicas;
  • Sistema imunológico incompetente;
  • Disbiose intestinal;
  • Sedentarismo;
  • Etc.

A medicina ainda vai chegar à conclusão de que os hormônios nos protegem contra o câncer

Homens jovens têm muita testosterona e pouco câncer de próstata. Homens idosos têm pouca testosterona e muito câncer de próstata. Com a queda da testosterona, ocorre uma predominância de hormônios estrogênicos sobre os androgênicos. Isso sim é um grande problema para a próstata.

Testosterona não causa câncer de próstata. A queda da testosterona é que deixa os homens mais predispostos ao câncer de próstata. Portanto, a testosterona protege contra o câncer de próstata.

Mulheres jovens e gestantes têm muito estrogênio e progesterona, e uma baixa incidência de câncer de mama. Mulheres depois da menopausa tem pouco estrogênio e progesterona, e uma alta incidência de câncer de mama.

Portanto, seria correto dizer que esses hormônios protegem contra o câncer de mama.

Mulheres que nunca engravidaram têm uma maior incidência de câncer de útero do que mulheres que tiveram múltiplas gestações. Portanto, seria correto dizer que o aumento da produção de hormônios durante a gestação protege contra o câncer de útero.

Mulheres japonesas têm uma baixa incidência de câncer de mama. No entanto elas comem muita soja que sabidamente estimula a produção de estrogênios, acusados de causar câncer de mama.

O iodo é outro fator importante para que mulheres e homens japoneses tenham uma menor incidência de câncer de mama e próstata. Eles consomem diariamente uma proporção de iodo cerca de 100 vezes maior que a nossa. Porque o iodo regula a resposta hormonal da mama e da próstata e testes in vitro têm demonstrado que o iodo mata a célula cancerosa.

Programa de Modulação Hormonal

O Programa de Modulação Hormonal da Clínica Frederico Pretti tem como objetivo básico restabelecer o equilíbrio hormonal do organismo como um todo, otimizando o seu funcionamento.

Entre em contato e agende uma consulta.

Escrito por: Dr. Frederico Pretti e Dr. Antônio Geraldo Câmara


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Postado em 17 de abril de 2017, por  
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Por que eu não consigo emagrecer?

Sabemos que emagrecer não é fácil, e permanecer magro é ainda mais difícil, mas não impossível.

Para entender melhor o problema e ajudar em sua dieta para emagrecer, respondemos às principais questões acerca do assunto. Confira abaixo!

POR QUE EU NAO CONSIGO EMAGRECER?

Por que eu engordo?

Porque existe em seu corpo uma ordem genética que diz: todo excesso deve ser armazenado em forma de gordura.

Essa ordem surgiu nos primórdios da vida. Todos os seres vivos criaram mecanismos de sobrevivência para se adaptarem e preservarem a vida. Muito cedo eles perceberam que era necessário criar uma reserva de energia para sobreviverem aos períodos de escassez de alimento.

É uma ordem muito simples: se hoje você tem o que comer, e o que você tem para comer é mais do que você está gastando, você deve armazenar essa diferença em uma reserva de gordura, para quando você não tiver o que comer ou tiver menos que o necessário para sobreviver, você utilizar essa reserva de gordura para nutrir o seu corpo.

Essa reserva de gordura é tão eficiente que pode nos manter vivo em torno de dois meses, desde que tenhamos água para beber e ar para respirar. Essa gordura, que achamos feio e queremos de qualquer maneira nos livarmos dela, é em nossa memória genética uma Reserva Estratégica de Sobrevivência.

 

Por que eu não consigo emagrecer?

Porque o seu corpo está programado para armazenar gordura. Você não engorda porque come muito. Você engorda porque come um pouco mais do que deveria. Você engorda porque come acima do seu limite metabólico. Você engorda porque é muito fácil ultrapassar o seu limite metabólico, que comumente em uma mulher que não faz atividade física oscila em torno de 1200-1400 calorias/dia. Você engorda porque é muito fácil comer mais do que 1200-1400 calorias ao longo do dia.

Mas quantas pessoas você conhece, que são magras, comem muito mais que você e não engordam nem 1 grama? Isso acontece porque essas pessoas não têm uma ordem genética de armazenamento de gordura. Mas você tem. E tudo que você come a mais vai ser depositado em forma de gordura.

É injusto? SIM. Mas é assim que funciona. E a medida que os anos forem passando e seus hormônios diminuindo, vai ficando ainda mais difícil, porque são eles que regulam o metabolismo corporal. Por isso, é muito mais fácil emagrecer aos 20 do que aos 45 anos de idade. Estamos nadando contra a correnteza. Isso é um fato.

Por que a minha tendência ao ganho de peso não tem cura?

Porque a medicina ainda não sabe como desligar ou inativar os genes que controlam o mecanismo de armazenamento de gordura. Todas as doenças que têm caracteristica familiar: diabetes, hipertensão, hipotireoidismo, dislipidemia, etc, a medicina não consegue curar e desenvolveu medicamentos para controlar.

Mas então por que a medicina não desenvolveu um medicamento para controlar a nossa tendência ao ganho de peso? Desenvolveu sim, porém todos os medicamentos apresentaram mais efeitos colaterais do que benefícios e seu efeito sobre o apetite ia gradativamente se perdendo ao longo do tempo.

Por que emagreço e engordo tudo novamente?

Porque a nossa tendência ao ganho de peso não tem cura. Porque toda vez que você emagrece e reduz a reserva de gordura, o corpo entende que precisa refazer a sua reserva de energia, porque em sua memória genética ela é uma reserva estratégica de sobrevivência. E na primeira oportunidade ou excesso alimentar que ocorrer vai haver uma ordem para recompor a sua reserva gordura/energia.

Mas não se desespere. Você pode controlar a sua tendência ao ganho de peso. Como? Adquirindo hábitos alimentares mais saudáveis, praticando atividade física regularmente, reduzindo o seu nível de estresse, ansiedade e compulsão alimentar e melhorando a sua qualidade do sono.

O período mais crítico de um tratamento de emagrecimento é exatamente quando você atinge o peso desejado e resolve sair da dieta. Esse é um período crucial e que necessita de uma abordagem cuidadosa, para que você não volte a ganhar peso.

Por que o carboidrato é um vilão?

POR QUE EU NAO CONSIGO EMAGRECER?

Os carboidratos viciam o cérebro, especialmente os açúcares, doces, chocolate, bolos, biscoitos e pães. Estimulam a compulsão alimentar e geram dependência química. Como um droga, quanto mais você come, mais você quer. E, quando você tenta deixar de consumi-los, provocam sintomas típicos de uma síndrome de abstinência química. É preciso desintoxicar o cérebro dos alimentos que promovem a compulsão. Sem isso, não há a menor chance de nos livrarmos do vício e da ânsia de comer esses carboidratos tão sedutores.

Por que o estresse também é um vilão?

Não só o estresse. Ansiedade, depressão, angústia, insônia, dores crônicas e frustações, aumentam o desejo pelos carboidratos.

O estresse crônico altera o equilíbrio hipotalâmico, hormonal e metabólico. E desarmoniza a produção de neurotransmissores cerebrais gerando sintomas como os acima descritos, contribuíndo ainda para o mecanismo de compulsão alimentar. Por isso, quando você entra em estresse, o seu cérebro diz: “COMA BATON”.

Como o excesso de peso pode prejudicar a minha saúde?

A obesidade não é um problema estético. A obesidade é uma doença complexa, multifatorial e sorrateira, que afeta o organismo como um todo. A Obesidade causa hiperglicemia, hiperinsulinemia, aumento da resistência à ação da insulina, disfunções hormonais e uma inflamação crônica silenciosa e muitas vezes não perceptível em todo o seu organismo, aumentando  incidência de uma série de doenças:

  • Varizes;
  • Derrame;
  • Trombose;
  • Cálculo biliar;
  • Cálculo renal;
  • Diabetes mellitus;
  • Hipertensão arterial;
  • Doenças cardiovasculares;
  • Doenças osteoarticulares;
  • Doenças respiratórias;
  • Câncer de rim e intestino;
  • Câncer de mama, próstata e pâncreas.

A obesidade vem preocupando cada vez mais pesquisadores, médicos, nutricionistas e até mesmo governos. Em alguns países ela já vem sendo considerada um problema de saúde pública, uma verdadeira epidemia.

Emagreça de forma saudável!

Temos na Clínica Dr. Frederico Pretti, um programa de emagrecimento saudável, eficiente e totalmente personalizado, feito para você que deseja emagrecer sem perder a saúde.

Dê o primeiro passo. Leia os depoimentos de clientes que fizeram o nosso programa de emagrecimento saudável. Agende a sua consulta ou venha conhecer a clínica, será um prazer recebe-lo.

Precisa de mais informações sobre o tratamento? Entre em contato com a clínica!

Por: Dr. Frederico Pretti


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Postado em 6 de abril de 2017, por  
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Gordura localizada: Como Reduzir?

Esse é um problema que encontramos diariamente no consultório. Desagrada e incomoda muito as mulheres. Mas se considerarmos a gordura abdominal, um tipo de gordura localizada, vamos perceber que ela é mais comum nos homens.

Gordura localizada: Como Reduzir?

O excesso de gordura, ou a gordura localizada, não é apenas um problema estético, é um problema de saúde. Que torna você mais predisposto a uma série de outras doenças.

Podemos dizer que a esteatose hepática, uma gordura localizada depositada no fígado, a insuficiência coronariana e o infarto agudo do miocárdio, são problemas causados por um acúmulo de gordura localizada. A gordura gera em seu organismo um processo de inflamação crônica, e a inflamação gera mais acúmulo de gordura.

É possível diminuir a gordura localizada?

SIM. É possível. Podemos melhorar muito, mas você precisa mudar seus hábitos alimentares e seu estilo de vida.

O aumento de peso e de gordura localizada surgem em decorrência de alguns problemas básicos: genética, sedentarismo, erros alimentares, estresse, poucas horas de sono ou um sono de má qualidade.

A tendência ao ganho de peso é determinado geneticamente e diz: se o que você está comendo é mais do que você está gastando, você deve armazenar essa sobra de energia em forma de gordura. Porque, quando você não tiver o que comer ou tiver menos que o necessário para sobreviver, o corpo vai transformar essa gordura em energia para te socorrer.

Assim, todo excesso alimentar vai virar uma reserva de gordura depositada em vários locais do seu corpo. Esses locais onde essa gordura vai se depositar também é determinado geneticamente e de acordo com sexo. Homens depositam mais no abdomen. Algumas mulheres depositam mais no quadril, nádegas e coxas, enquanto outras, depositam no tronco, costas e braços.

Você pode fazer procedimentos para reduzir a gordura localizada, como a criolipólise e a lipoaspiração. Mas temos que diminuir a gordura corporal como um todo. Isso é o correto. Gordura gera inflamação, e inflamação gera gordura. Esse é o ciclo vicioso que precisa ser interrompido.

E como podemos fazer isso?

  1. Reduzir a gordura corporal como um todo, através do nosso programa de emagrecimento saudável. Um programa que tem como foco especial a correção dos seus erros alimentares, da deficiência de nutrientes que interferem no metabolismo corporal e redução do estresse, ansiedade e compulsão alimentar.
  1. Redução da gordura localizada, flacidez e celulite, aumento do ganho de massa magra e melhora do metabolismo, através do nosso programa de remodelação corporal. O passo seguinte à redução da gordura corporal como um todo é otimizar o ganho de massa magra, a definição do corpo e o metabolismo muscular, através da modulação hormonal, da suplementação de nutrientes específicos e da atividade física bem orientada por um profissional de educação física.

Texto escrito por: Dr. Frederico Pretti e Dr. Antonio Geraldo Camara


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Postado em 30 de março de 2017, por  
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O estresse de estudantes no momento do vestibular

Estresse, apesar de ser comumente conhecido como um vilão, é um mecanismo biológico fundamental para nossa sobrevivência.

O estresse de estudantes no momento do vestibular

O estresse nos ajuda a ter mais atenção e foco e contribui para que consigamos realizar nossas tarefas com melhor performace. O problema se dá justamente quando ele deixa de ser algo positivo e eventual e passa a tomar conta de nosso dia a dia. Algo muito comum para aqueles que sofrem da pressão com os estudos.

O vestibular é o foco dessa leitura justamente por ser a primeira fase de nossas vidas em que o estresse pode chegar em proporções perigosas. Muitas outras fontes ainda estão por vir: vagas de emprego, empréstimos, concursos públicos, campeonatos e até mesmo vida pessoal. A lista é grande e, sem o cuidado necessário, pode trazer consequências graves, como a depressão e a síndrome do pânico.

 

Entenda o estresse no momento do vestibular

O estresse de estudantes no momento do vestibular

O vestibular é um momento bastante temido entre os jovens. Afinal, é exigido que eles escolham um rumo profissional antes mesmo de completarem a maioridade.

Existe a pressão dos pais, da escola, dos cursinhos e até mesmo dos amigos tanto na escolha de um curso superior, quanto na sua aprovação no vestibular. Ocorre a competição dentro e fora da escola por notas melhores e o temor de não ser aprovado em uma instituição pública, caso essa seja a única opção viável. Ah, e ainda é preciso estudar. Exaustivamente.

A estudante de medicina Clara Jamarino conta a sua rotina intensa durante a preparação para o vestibular. Além da competição por uma vaga em um dos cursos mais concorridos do país, a reprovação em duas provas anteriores aumentou ainda mais a cobrança interna, o que levou a um quadro intenso de estresse. “Entrei em desespero, me sentia muito cansada, incapaz, com um fluxo de pensamento altamente acelerado que me atrapalhava a dormir e a concentrar nas minhas atividades”, relata a estudante.

 

Os riscos do estresse

Muitos adolescentes deixam de sair com amigos para se preparar para o vestibular. Atividades físicas, aulas de música e prazeres cotidianos passam a ser deixados de lado para dedicar-se ao máximo aos estudos. Com uma vida cada vez mais focada na meta de ser aprovado, ignorando os pequenos e grandes prazeres, a saúde física e psicológica do indivíduo pode ser severamente prejudicada.

A curto prazo, temos como principais problemas insônia, perda do apetite, ansiedade e mudanças bruscas de humor.

A longo prazo, as consequências podem ser muito mais severas. Justamente por a adolescência ser um momento de construção de identidade, ter o estresse como presença constante pode fazer com que ele a leve para toda vida. Esse é o chamado estresse crônico.

Além disso, o conjunto de pressões próprias e externas, associado à ansiedade e personalidade do indivíduo, pode levar à depressão. A condição consiste em uma série de fatores que se acumulam de tal maneira que se torna praticamente impossível manter um estado de felicidade. O estresse pode ser uma porta de entrada para que os temores e inseguranças do jovem cresçam em escala preocupante.

Clara nos conta ainda que o seu nível de estresse estava tão alto que, se não tivesse procurado ajuda médica na Clínica Frederico Pretti, poderia ter desenvolvido um quadro de síndrome do pânico.

Hipertensão, enxaqueca, dores no corpo, fadiga, são outros problemas que podem ser desencadeados pelo estresse contínuo.

Não há dúvidas de que o estresse é necessário, mas o momento em que ele passa a dominar nossas vidas é quando devemos buscar ajuda.

 

Estresse tem tratamento!

O estresse de estudantes no momento do vestibular

Temos na Clínica um programa anti-estresse para ajudar tanto jovens quanto adultos a diminuírem o estresse crônico e suas consequências.

O tratamento traz inúmeras vantagens ao paciente. Melhora  a vitalidade, disposição ,energia, concentração e  ansiedade, o que contribui para melhores noites de sono e um humor estável.

Após realizar o tratamento na clínica, Clara nos conta como a sua rotina mudou: “depois de 15 dias de tratamento, já pude perceber uma pequena redução no meu nível de estresse, e com 3 meses já me sentia muito mais tranquila, com um sono de qualidade e maior atenção nas minhas atividades. Hoje, me sinto feliz por ter conseguido passar por um momento de alta tensão de forma mais leve e por ter maior controle sobre meu estresse”. Ela realizou as provas com muito mais confiança e foi aprovada em dois vestibulares de medicina.

O estresse deve sim existir na vida do estudante ou de qualquer outra pessoa, porém nunca de forma a prejudicar sua saúde física e mental!

 


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Postado em 27 de março de 2017, por  
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N.N.G.S – 72 ANOS – Corretora

Eu estava me sentindo muito mal: depressão, angustia, medos, insônia, palpitação, inapetência e cheguei a emagrecer 8kg. Fiz um tratamento convencional, mas não melhorei. Recebi então a indicação de procurar o a Clínica do Dr. Frederico Pretti que me acolheu com todo o carinho e me aconselhou a fazer o Programa Anti-Estresse. Um ponto tocante de […]*


*Os resultados podem variar de pessoa para pessoa.
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