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Dieta Alcalina e seus benefícios

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O nosso organismo funciona em um pH levemente alcalino, entre 7,3 e 7,4. Nessa faixa, a absorção de nutrientes e a eliminação de toxinas são mais eficientes. Em um meio ácido, por exemplo, o corpo não consegue absorver o cálcio para os ossos.

Essa escolha não é feita pelo sabor do alimento. Por exemplo, o limão, a laranja e o abacaxi possuem o sabor ácido, mas estimulam a alcalinidade do sangue.

Estabelecer um equilíbrio nutricional entre os alimentos alcalinos e os alimentos ácidos é importante. Uma proporção de 70% de alimentos alcalinos e 30% de alimentos ácidos é o ideal.

O ideal também seria ter o sangue com o pH acima de 7,5, o que proporciona uma maior resistência a doenças e, consequentemente, mantém uma boa imunidade. Além de melhorar o metabolismo, aumentar a eliminação de toxinas e diminuir a retenção de líquidos.

Uma alimentação alcalina é baseada em consumo de frutas e vegetais e na eliminação de alimentos industrializados.

Estes, ricos em açúcar, aditivos químicos, amido, farinha branca, laticínios e carne vermelha acidificam o sangue, dificultam a absorção de nutrientes e a eliminação de toxinas, gerando inflamação e predispondo o organismo a algumas doenças como excesso de peso, osteoporose, pedra nos rins, câncer, dores nas costas, diabetes, problemas cardiovasculares e de memória.

A acidez sanguínea causa um desequilíbrio enzimático, hormonal e da imunidade. Dessa forma, os sintomas que podem ocorrer em pessoas que estão com o pH mais ácido, são: cansaço, dificuldade de recuperação pós-treino, queda de cabelo, maior aparecimento de infecções do trato respiratório, alteração de peso e menor capacidade de concentração.

Alimentos Alcalinizadores

Laranja, banana, cereja, abacaxi, pêssego, figo, melão, kiwi, mirtilo, maçã, pêra, limão, lima, melancia, uva, manga, mamão papaya, cenoura, tomate, milho fresco, cogumelos, repolho, ervilha, casca de batata, azeitona, tofu, quiabo, abóbora, beterraba, aipo, alface, abobrinha, batata doce, aspargo, cebola, alho, salsa, espinafre cru, brócolis, suco de vegetais, castanhas, amêndoas, óleos de canola e de oliva, amaranto, arroz selvagem, quinoa, soja, chá de gengibre chá verde, chá de ervas, água com limão.

Alimentos Acidificadores

Açúcar, amora, ameixa, suco processado, chocolate, batata sem casca, feijão, feijão branco, espinafre cozido, amendoim, nozes, caju, semente de abóbora, semente de girassol, trigo, pasteis, massa, arroz branco, aveia, centeio, queijo, leite, sorvete, ovo, manteiga, iogurte, queijo cottage, carne de gado, porco, marisco, peru, frango, cordeiro, peixe, cerveja, café.

Dica da nutricionista Mariana Andrade



Postado em 9 de julho de 2015, por  
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Açúcar de coco: uma opção muito mais saudável

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O açúcar de coco é uma ótima alternativa ao refinado. O processo de extração é feito de maneira rústica e sem aditivos químicos, a partir das flores da palma de coco. Seu sabor é doce, semelhante ao açúcar mascavo, com um leve toque de caramelo.

O açúcar extraído do coco é uma novidade aqui no Brasil, mas já faz parte da culinária do sudeste asiático há muito tempo, especialmente por aqueles que buscam uma alimentação saudável ou por diabéticos tipo II. Embora com a mesma quantidade de calorias do que o açúcar refinado, seu índice glicêmico é mais baixo.

O índice glicêmico é a velocidade em que o carboidrato é digerido e transformado em glicose no sangue. Os alimentos com alto índice glicêmico fazem com que o pâncreas trabalhe mais na liberação de uma quantidade maior de insulina para normalizar a glicose sanguínea.

Sendo assim, as chances de estocar aquelas “gordurinhas” indesejáveis são menores quando se consome o açúcar de coco.

A razão é simples: quando há picos de glicose no sangue, o organismo é obrigado a liberar insulina para retirar esse açúcar. Como não tem para onde ir, ele é estocado em forma de gorduras nada bem vindas.

Dica da nutricionista Letícia Pimenta



Postado em 7 de julho de 2015, por  
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Você sabe o que é Clorofila?

A clorofila é um elemento básico no processo de fotossíntese, presente nas plantas e algas. Ela é quase idêntica à hemoglobina, substância que transporta o oxigênio dos pulmões para os tecidos do corpo. O organismo vivo mais rico em clorofila é a chlorella, uma alga que consegue acumular durante seu crescimento uma enorme quantidade de nutrientes essenciais ao bom desempenho das funções biológicas do organismo. Mas ainda podemos encontrar clorofila na babosa, brotos de alfafa, feijão, agrião, girassol e trigo, além dos vegetais verdes escuros.

A chlorella pode ser usada como um suplemento alimentar. Não são conhecidas contraindicações para a sua utilização, no entanto, as mulheres grávidas, em fase de amamentação, e crianças devem consultar uma nutricionista antes de começar a ingerir esta alga.

Confiram quais são os benefícios da clorofila:

  • Possui mais de 100 nutrientes, por isso é considerada o alimento do futuro;
  • Tem vitaminas, minerais e fibras, além de enzimas digestivas que ajudam na absorção e impedem que o intestino absorva substâncias químicas dos alimentos promovendo a desintoxicação do organismo;
  • Produz um ambiente desfavorável para a proliferação de bactérias patogênicas, com isso diminui o quadro de disbiose intestinal, melhora a inflamação e aumenta a imunidade e o número de anticorpos;
  • Auxilia na manutenção de taxas normais de glicose e colesterol;
  • Suas enzimas antioxidantes catabolizam as inflamações, melhoram a degeneração celular e previne o envelhecimento;
  • É eficiente para a memória, atua na prevenção da atividade cerebral por conter um elevado teor de fósforo em sua composição;
  • Auxilia no combate à anemia, na formação óssea, fortalece a visão e estimula a produção de glóbulos vermelhos no sangue;
  • Auxilia na perda de peso, quando consumida 30 minutos antes das refeições (na forma de suplemento);
  • Possui a capacidade de alcalinizar o pH do nosso organismo.

Enfim, a clorofila é um excelente suplemento alimentar de origem vegetal (pode ser consumido por veganos) que auxilia na prevenção e tratamento de vários problemas de saúde.

Que tal incluir fontes de clorofila na sua alimentação diária?

Dica da nutricionista Marilene Stempinhaki



Postado em 2 de julho de 2015, por  
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Salicórnia: Salgada e sem Sal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Salicórnia é uma planta de caule carnudo e folhas verdes, em forma de escama. Ela cresce nas salinas costeiras do Mediterrâneo e absorve muito sal marinho.

A Salicórnia é composta basicamente por carboidratos complexos e é pobre em gorduras. Alem disso, é uma excelente fonte de vitaminas do complexo B, Vitamina C, e é particularmente rica em vitamina A. Esta planta também é uma boa fonte de minerais como iodo, cálcio e ferro. Ela é muito usada também para melhorar a oferta de iodo na dieta, especialmente para quem não come peixes e frutos do mar suficientes.

É de um agradável sabor salgado, sendo também conhecida como “sal verde”, e pode mesmo ser utilizada como substituta saudável e natural do sal marinho comum. Acompanha perfeitamente pratos de peixe ou mariscos, carnes cozidas em geral, saladas e pratos de massa.

A Salicórnia pode ser encontrada fresca, em conserva ou inserida em alimentos como manteiga, queijos, azeitonas, etc.

Dica da nutricionista Letícia Pimenta

 



Postado em 30 de junho de 2015, por  
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Açúcar: um doce veneno

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O consumo de açúcar em altas concentrações e não associado a fibras provoca inúmeros malefícios à saúde, podendo, inclusive, afetar o funcionamento do sistema nervoso central.

A elevação da glicose provoca um aumento da insulina, que é responsável por jogar glicose para o interior da célula e gerar energia. Insulina em excesso baixa rapidamente a taxa de glicemia, provocando hipoglicemia e fome. Além disso, quanto maior o índice glicêmico de um alimento, maior serão as possibilidades de aumentar a gordura abdominal, colesterol e triglicerídeos.

A ingestão de alimentos de alto índice glicêmico, como os doces, provoca uma rápida elevação dos níveis séricos de glicose. Tal fato induz ao aumento de radicais livres nas células nervosas, levando à destruição de neurônios e reduzindo a capacidade funcional do sistema nervoso central.

Portanto, o índice glicêmico da dieta está relacionado ao aparecimento das doenças de Parkinson e Alzheimer. A variação glicêmica gerada pela ingestão de açúcares e doces pode também levar à variação de humor e depressão. Além disso, crianças com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade podem apresentar melhora com a redução do consumo desse tipo de alimento.

Os maiores índices glicêmicos são dos carboidratos simples e refinados (açúcar, balas, sorvetes, refrigerantes, chocolates, doces, trigo, arroz), e também alimentos industrializados, que contenham xarope de milho ou amido de milho hidrolisado, bem como bebidas açucaradas (sucos do tipo néctar), ricas em frutose concentrada, não são indicados, pois possuem grande quantidade de carboidratos de rápida absorção.

O conhecimento do índice glicêmico dos alimentos e de suas combinações permite uma ingestão mais equilibrada e um controle maior na liberação rápida da glicose para o sangue, evitando os distúrbios orgânicos da hiperglicemia.

 

Os Principais benefícios de uma Dieta que equilibra os níveis de insulina são:

  • Perda de peso gradual.
  • Melhorar o estado de saúde geral do corpo, aumentando a nossa energia e vitalidade.
  • Controlar as funções hormonais do organismo e manter a insulina em ótimos níveis.
  • Reduzir os sintomas do envelhecimento.
  • Reduzir os sintomas de algumas doenças como a hipertensão, a diabetes, a menopausa e a depressão.

Deve-se eliminar por completo da nossa alimentação os hidratos de carbono refinados como: açúcar, bolos, doces, bolachas, alimentos pré-cozinhados como lasanha ou canelones, refrescos, etc. Deve-se também reduzir o consumo de pão, massas, arroz, batata e de todos os alimentos que derivam de cereais refinados.

Procure associá-los aos alimentos com fibras (amaranto em flocos, quinoa em flocos, semente de linhaça, semente de chia), com oleaginosas (castanhas, semente de girassol, semente de abóbora, gergelim), ou também com proteína magra (queijo minas frescal, ricota, iogurte desnatado, leite de soja, carne branca).

Nos lanches, deve-se sempre incluir proteína de baixo teor em gordura, carboidratos procedentes das frutas e vegetais e gordura saudável (azeite, castanhas). É importante também sempre associar nas refeições alimentos com carboidrato a alimentos com proteína ou com gordura monoinsaturada, como os exemplos a seguir:

  • castanhas + frutas
  • queijo + frutas
  • frutas + cereais (sementes de chia ou linhaça)
  • iogurte + fruta
  • salada de vegetais + mix de castanhas e sementes

Dica da nutricionista Mariana Andrade



Postado em 16 de junho de 2015, por  
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