Ortoblog | Clínica Frederico Pretti - Saúde Ortomolecular | Nutrição, Prevenção e Revitalização

Comer bem é bom, mas com prazer é melhor ainda!

O ato de se alimentar é muito maior do que simplesmente ingerir alimentos que ofereçam benefícios à saúde. A melhor forma de comer bem é sem dúvida nenhuma associando alimentos que possuam efeito anti-inflamatório, antioxidante, entre outros, e que também sejam deliciosos. Deve ser uma sensação parecida com um “homerun” para os jogadores de beisebol: um prazer imenso multiplicado pelo fato de que cada mordida contribui para o seu bem-estar geral!

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Há uma tendência crescente em relacionar qualidade de vida e alimentação, por isso é fundamental agregar prazer ao valor nutritivo dos alimentos. O alimento tem papel significativo na história de vida das pessoas, seja na lembrança de momentos felizes ou tristes ou simplesmente pelo deleite de comer.

O segredo é unir o prazer que os alimentos podem despertar aos conceitos fundamentais da nutrição: o equilíbrio dos nutrientes, a variedade, a quantidade e a qualidade. Comer o que faz bem para a saúde e que dê prazer é o que todos procuram, mas será que realmente esta combinação é possível?

Aqui seguem 10 dicas para tornar a sua alimentação admiravelmente nutritiva e saborosa:

1- As ervas não são apenas enfeite

Abuse de ervas para dar gostos especiais aos pratos. Use alecrim, sálvia e hortelã no preparo de frango e peixes grelhados ou assados. Louro no preparo do feijão e da carne de porco.

2- Sobremesas saudáveis

Use canela, gengibre, cacau e/ou baunilha em frutas cozidas.

3- Oleaginosas

São ingredientes maravilhosos para tornar qualquer prato mais atraente e, ainda, são fontes de vitaminas, minerais e compostos antioxidantes, que são funcionais ao organismo. Faça um molho com ervas aromáticas como coentro, manjericão ou hortelã, castanhas ou amêndoas e um pouco de azeite extravirgem. Use este molho em filé de frango e peixes grelhados ou assados e no tempero da salada.

4- Aparência e consistência

A forma como se apresentam os alimentos é uma das estratégias. Os alimentos não induzem à vontade de alimentar-se apenas por sua composição química. É necessário torná-los atrativos. As características sensoriais influenciam os sentidos. Pensando nisso, invista em cortadores de legumes e varie com legumes a Julienne, palito, espaguete, etc. Um espaguete de abobrinha com molho de tomates frescos e manjericão é uma ótima pedida para o jantar!

5- Aposte nas verduras e legumes grelhados e assados

As saladas preparadas somente com vegetais crus nem sempre fazem sucesso, não abrem tão facilmente o apetite ou saciam a fome. Desta forma, uma alternativa é grelhar ou assar as verduras e legumes, para consumi-los bem quentinhos e garantir a ingestão de nutrientes importantes no dia a dia! Abobrinha, berinjela, brócolis, couve-flor, cenoura e cogumelos são algumas opções que podem render pratos deliciosos.

6- Sopas bem elaboradas são bem-vindas

O jantar, principalmente para as mulheres, combina com pratos quentes e, por isso, aposte no preparo de sopas, caldos e cremes. Eles podem servir como entrada ou prato principal, de acordo com os seus ingredientes. Que tal incrementar os caldos que servem de base para o preparo das sopas com ingredientes funcionais, como alho, cebola, alho-poró e um mix de ervas aromáticas (louro, tomilho e salsa)? Outra dica importante é evitar vários ingredientes ricos em carboidratos, como arroz, batata, mandioca e macarrão em uma mesma receita.

7- Prepare seu próprio molho de tomate

Basta picar os tomates bem maduros, refogar com alho, cebola e azeite virgem (que pode ser aquecido), e o que mais desejar, cobrir com água e deixar cozinhando em fogo baixo até que o tomate se desmanche. Você pode acrescentar alho-poró e um pedaço de cenoura junto, o que ajuda a tirar a acidez do molho. Depois de cozido, bata no liquidificador e está pronto, é só colocar em potinhos, fechar bem e congelar. Desta forma, o molho será bem mais saboroso e saudável, evitando o uso de enlatados e alimentos industrializados, que geralmente contém bastante sódio e conservantes.

8- Ouse no sabor

Lance mão de elementos exóticos como açafrão, curry e gengibre, eles conferem um sabor inigualável aos pratos e, de quebra, adicionam muita saúde e funcionalidade à refeição. Existem formas incríveis de se utilizar esses ingredientes como: frango ao curry, arroz ou batata com açafrão e um delicioso salmão ao molho de laranja e gengibre, ou um suco detox de melancia com gengibre.

9- Tempere com cítricos

Para amplificar o sabor de saladas de frutas, use casca de frutas cítricas frescas, suco de limão, laranja ou maracujá. Os sucos de frutas cítricas evitam que as frutas da salada escureçam e revelam seu sabor. Outra dica valiosa é usar a casca e o suco de frutas cítricas para preparar deliciosos molhos de salada a base de azeite, ervas e shoyu light. E tem mais, o alto teor de vitamina C contido nas frutas cítricas auxilia na absorção do ferro da carne vermelha e das verduras de folha verde escuro.

10- Substitua ingredientes

Transforme e invente receitas substituindo ingredientes para que elas fiquem além de saborosas, nutritivas e funcionais. Quem não gosta de cheiro de bolo irradiando pela casa? Turbine o seu bolo, substituindo o óleo comum por óleo de coco ou amêndoas, a farinha de trigo branca por farinha integral, de coco, arroz ou amêndoas, o açúcar branco por xilitol, açúcar demerara ou de coco, o leite comum por água ou leite de cereais e o ovo de granja por ovo caipira ou chia hidratada com água. Outras idéias interessantes de troca de ingredientes são: substituir o arroz da canja por quinua, a maionese do molho de salada ou do sanduíche por iogurte natural desnatado, o frango frito empanado com farinha de pão por frango empanado em flocos de aveia e assado, tiras de abobrinha ou palmito pupunha no lugar da massa para preparar espaguete e sal comum por sal marinho ou sal rosa do Himalaia. As opções para deixar a sua vida mais saudável e saborosa não acabam!

 

Dica da nutricionista Letícia Pimenta.

 


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Postado em 26 de outubro de 2016, por  
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Dieta Alcalina: O Pulo do Gato da Saúde!

Na escola, quando o professor de química ensinava a diferença entre substâncias ácidas e básicas (alcalinas), era difícil imaginar que aquela poderia ser também uma lição de saúde. Ficar de olho no teor de pH dos alimentos é mais que uma aula de química. A Dieta Alcalina ou Dieta do ph é com certeza uma excelente opção para quem quer alcançar a tão sonhada longevidade saudável.

Para compreender melhor a Dieta Alcalina, é bom relembrar que é por meio do pH (potencial de Hidrogênio) que uma substância é classificada como ácida ou alcalina. O pH 7 é neutro. Quanto mais acima disso, mais alcalino e, quanto mais abaixo, mais ácido. O potencial de hidrogênio natural do nosso organismo é levemente alcalino, em torno de 7,35. Esse é o ponto de equilíbrio para que as células consigam armazenar nutrientes em proporções adequadas para realizar suas funções, entre elas liberar toxinas e preservar ossos e músculos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Em um meio ácido, no entanto, esse mecanismo fica comprometido e, cedo ou tarde, começam a aparecer sinais como fadiga, ganho de peso, envelhecimento precoce, osteoporose e outras doenças crônicas. A perda óssea também ocorre com mais facilidade porque o organismo entra em estado de alerta para recuperar o equilíbrio do pH e recorre às substâncias alcalinas presentes nos ossos, deixando-os frágeis.

As reações metabólicas produzem resíduos ácidos, mas o organismo consegue driblá-los. O desequilíbrio geralmente acontece quando há uma sobrecarga vinda dos agentes externos. Entre eles estão alguns alimentos, especialmente os feitos com farinha branca, gordura hidrogenada, açúcar, corantes e conservantes. Os refrigerantes também estão na lista negra. Mas não é só isso: stress, falta de sono, ansiedade, sedentarismo e tabagismo também aumentam a formação de resíduos ácidos no sangue.

 

Como equilibrar a sua refeição

A dieta do pH recomenda montar as refeições com 70% de alimentos que resultam em resíduo alcalino e 30% daqueles que geram resíduo ácido. Para respeitar essa proporção, reserve 50% do prato para as verduras e os legumes. A outra metade pode ser dividida em 20% para os cereais e tubérculos (arroz integral, quinua, batata, inhame) e divida o espaço restante (30%) entre as leguminosas (feijão, lentilha e grão de bico) e as carnes, de preferência brancas (peixe e frango). As frutas, geralmente sugeridas no café da manhã e nos lanches intermediários, também são muito bem- vindas. Assim como as verduras e os legumes, elas são aliadas do pH alcalino.

A água com limão é figura importante em muitos cardápios da dieta alcalina. Não se assuste: o gosto não tem a ver com a acidez do alimento. O limão é maravilhoso para equilibrar o pH porque aumenta a produção de ácido clorídrico no estômago e estimula o sistema tampão do organismo a liberar mais bicarbonato. Tomar água com gotas de limão e começar o dia com pH mais alcalino já prepara o corpo para aproveitar melhor os nutrientes!

Resumindo: o pH adequado diminui as reações inflamatórias no organismo, promove o “detox” das células, acelera o metabolismo e melhora a saúde em geral. É claro que colocar no prato mais alimentos saudáveis, como frutas, verduras e legumes e, retirar as carnes gordurosas, farinha branca e industrializados, só pode ser uma coisa boa.

 

Dica da nutricionista Letícia Pimenta.


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Postado em 4 de outubro de 2016, por  
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Bolo sem Glúten e Lácteos: lanches com sabor e saúde!

Quem não gosta de cheiro de bolo irradiando pela casa? E a boa notícia é que podemos transformar e inventar receitas para que ele fique, além de gostoso, nutritivo e funcional.

Claro que pelo fato de ter açúcar, não é legal consumir diariamente, mas pode ser uma boa opção de lanche uma ou duas vezes na semana, desde que feito da forma correta.

E para os compulsivos de plantão, a dica é fazer em formas de cupcakes, que são porções individuais e podem até ser congeladas.

Pronto, agora você não tem desculpa para não fazer um bolo caseiro e saudável. Está tudo explicadinho e não faltam receitas fáceis para você começar!

Abaixo seguem dicas para substituição de ingredientes:

 

GORDURA:

Sugiro sempre o óleo de coco. Uma opção extremamente nutritiva e que dá um saborzinho especial em todo o bolo. Mas, caso não goste, pode trocar por óleo de milho ou girassol orgânicos.

 

FARINHAS:

Hoje existem várias opções nutritivas de farinhas, que podem ser usadas separadas ou misturadas, dependendo do efeito desejado. Recomendo várias: farinha de arroz, aveia, amêndoas, castanhas, coco, chia, sem glúten (Scharr) e fubá orgânico.

 

AÇÚCAR:

O açúcar de coco é o mais indicado, em primeiro lugar porque é uma opção mais natural e em segundo porque tem um índice glicêmico bem mais baixo do que os outros açúcares (isso significa um aumento da glicemia mais suave). Mas vou listar outros substitutos: açúcar mascavo ou demerara – use menos e não consuma bolos com esses açucares mais que 1 vez na semana. Eles têm mais nutrientes, mas não deixam de ser açúcar! Outra opção de substituição é o melado. Outra dica ainda é usar um creme de bananas, maçã ou tâmaras para adoçar o bolo, dependendo do paladar, nem precisa acrescentar mais açúcar ou, no mínimo, permite diminuir a quantidade. A banana pode ser usada crua mesmo. A maçã é só cozinhar um pouco e bater. A tâmara deixe de molho em água e bata em seguida, formando um creme. Vá testando as quantidades de acordo com o seu paladar. Para quem quer segurar mais ainda o peso, os únicos adoçantes que eu indico são o xilitol e o stévia culinário.

 

Bolo de Laranja

 

 

 

 

 

 

 

 

Ingredientes:

  • 1 xícara de chá de farinha de arroz
  • 1 xícara de chá de farinha sem glúten Scharr
  • 1 xícara de chá de açúcar de coco
  • 3 ovos
  • 1 xícara de chá de suco de laranja natural
  • 3 colheres de sopa de óleo de coco
  • 1 colher de sopa rasa de fermento

 

Modo de fazer:

Bata numa batedeira os ovos e o açúcar. Adicione o resto dos ingredientes e coloque em uma forma untada e leve para assar em forno preaquecido em 180ºC por 30 minutos.

 

Dica da nutricionista Leticia Pimenta.


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Postado em 22 de setembro de 2016, por  
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Fome ou vontade de comer?

Algumas pessoas quando estão em dieta, têm dificuldade em distinguir fome de vontade de comer. Ás vezes paramos em frente à geladeira procurando algo, olhamos para tudo e nada nos atrai. Nesse caso, podemos dizer que estamos com vontade de comer e não com fome. Temos várias opções ao nosso alcance e ao mesmo tempo, não conseguimos escolher nenhuma. Quando cedemos sentimos um bem-estar instantâneo, mas logo em seguida sentimos culpa e remorso. Por que realmente eu comi? Por que não consegui me controlar?

A Fome pode ser definida como uma sensação fisiológica quando o corpo sente a necessidade de alimento. Sentimos fome porque precisamos de nutrientes, calorias para sobreviver e para que o corpo possa funcionar plenamente. A fome aparece quando a pessoa fica muito tempo carente de alimentos e de calorias (energia). Quando sentimos fome, o corpo emite alguns avisos. Por isso, é comum nos sentirmos fracos e sentir/escutar nosso estômago roncar.

Já a vontade de comer se apresenta de forma diferente. Pode ser desencadeada por sentimentos como angústia, ansiedade, decepção, frustração. Procure então entender melhor que “fome” é essa que você está sentindo. As emoções mal direcionadas levam as pessoas a comerem demais e podem chegar à obesidade.

Uma boa dica para descobrir se você está com fome ou com vontade de comer é anotar tudo o que você ingeriu durante o dia. Dessa forma você poderá perceber se está comendo o suficiente ou a mais do que deveria.

Consumir com moderação alguns alimentos nos intervalos das refeições é um ótimo hábito para evitar a sensação de fome. Nozes, amêndoas, castanhas, avelãs e macadâmias são ricos em gordura insaturada e favorecem a sensação de saciedade.

Procure identificar o motivo que desencadeou a vontade de comer, desta forma fica mais fácil encontrar uma alternativa para evitá-lo. Pergunte-se sempre: você tem fome de quê?

Dica da Psicóloga Karine Queiroz


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Postado em 5 de setembro de 2016, por  
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Dieta Detox: Desintoxicar é preciso?

A Dieta Detox não tem muitos “amigos” na comunidade científica, que não acredita na sua eficácia e sustentabilidade a longo prazo. O que se alega é a insuficiência de evidências que apoiem a necessidade ou o valor de uma desintoxicação, já que nosso corpo é projetado para consertar, regenerar e desintoxicar-se (embora obviamente não seja uma boa ideia nos sobrecarregarmos excessivamente com toxinas). Temos órgãos específicos, como o fígado, rins, sistema digestivo e pulmões, bem como enzimas em nossas células que trabalham duro para quebrar e eliminar toxinas e resíduos de produtos internos.

No entanto, se nos livramos, mesmo que temporariamente, dos alimentos processados, álcool, cafeína e açúcar, e optarmos por refeições com peixes, carnes magras, frutas, legumes e cereais integrais, ingerirmos mais água, certamente nos sentiremos melhor.

A ideia base da Dieta Detox é promover o bem estar através da retirada de alguns alimentos do nosso dia a dia, o que ajuda a reeducar o paladar e controlar os impulsos para comer, diminuindo o desejo por alimentos salgados, açucarados e ricos em gordura saturada. Ou seja, nos desintoxicamos muito mais com o que deixamos de consumir do que com qualquer alimento potencialmente desintoxicante.

 

Como eliminamos as toxinas do organismo?

A desintoxicação melhora a absorção de nutrientes e promove uma verdadeira limpeza no corpo, em especial no fígado, rins e intestino, órgãos centrais do metabolismo orgânico. Além de eliminar da rotina os alimentos industrializados, ricos em gordura saturada, açucarados e salgados, devemos ingerir aqueles que nos ajudam a “cuidar” do nosso corpo. O fígado, por exemplo, é responsável por eliminar as toxinas que têm afinidade com as células adiposas. Em excesso, elas aumentam os estoques de gordura, principalmente da região abdominal. Um dos nutrientes que tem a função de limpar o fígado é o enxofre, presente principalmente em vegetais mais escuros, como a couve, o brócolis e o agrião. O suco verde, que contém agrião e couve, pode ser tomado duas vezes ao dia.

Para regular o intestino, a medida mais eficiente ainda é a ingestão de fibras, que dão saciedade e nutrem a flora intestinal com bactérias “do bem”. Quando a barreira do intestino não está saudável, os xenobióticos (compostos químicos estranhos ao organismo) entram em maior número na corrente sanguínea. Aumentar o consumo de alimentos com propriedades antibióticas (alho, cebola, rabanetes, alho-porro, etc.), daqueles que estimulam a atividade do sistema imune e dos que possuem ação alcalina, como limão e acerola, também é super importante.

 

Dica da nutricionista Letícia Pimenta


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Postado em 23 de agosto de 2016, por  
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