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Fadiga crônica

Rotina de trabalho estressante, dupla jornada com o trabalho doméstico, muito tempo perdido no trânsito, preocupações do cotidiano. Fatores que nos levam ao cansaço extremo. Apesar de parecer corriqueiro, quando os períodos de descanso não são suficientes, o sono já não é capaz de te revigorar como antes e você acorda sempre cansado, com uma sensação de fadiga constante,  você pode estar com fadiga crônica. É necessário procurar orientação médica e evitar problemas mais graves.

FADIGA

O que é fadiga crônica

Frequentemente ela é confundida com doenças como depressão,  estresse, overtraining, anemia, entre outras doenças. A fadiga crônica é causada pela sobrecarga das glândulas adrenais. Responsáveis pela capacidade de enfrentamento e adaptação ao estresse, a sobrecarga de tensão física, mental e emocional acaba exaurindo a capacidade de reação dessas glândulas.

A fadiga crônica apresenta uma série de sintomas que, na maioria das vezes, são ignorados, sendo facilmente associados ao estresse e à rotina diária, ou diagnosticado com um quadro de depressão e fibromialgia. No entanto, com uma investigação mais ampla pode nos levar a origem do problema e evitar o aparecimento de doenças mais graves e duradouras. Fique atento se você:

  • Tem dificuldade para dormir, sono entrecortado, insônia e sonolência durante o dia;
  • Acorda cansado, desanimado e sem energia para nada;
  • Sente um cansaço físico, mental ou emocional que não melhora;
  • Sente dores no corpo todo sem motivo aparente;
  • Começa a sentir dificuldade de concentração e memorização;
  • Começa a ter dificuldade para tomar decisões;
  • Percebe uma queda de produtividade;
  • Sente a diminuição do desejo sexual.

Apesar de ser mais comum em mulheres e na faixa etária de 40 a 50 anos, a fadiga crônica pode atingir pessoas de qualquer idade ou sexo. Fatores como uma dieta inadequada e a deficiência de vitaminas como C, D, E, Complexo B e minerais tais quais Selênio, Zinco e Magnésio, colaboram com o quadro. Mas é, sem dúvida, o estresse o maior fator de risco.

É sempre importante considerar que os fatores que levam ao estresse variam de pessoa para pessoa. As causas podem ser muitas: preocupação excessiva, problemas financeiros, perfeccionismo, casamento, divórcio, doenças, doença na família e a perda de parentes e amigos. O estresse ativa o Eixo Hipotálamo-Hipófise-Adrenal (HPA) aumentando a produção de adrenalina, noradrenalina e cortisol. O excesso de estimulação desse eixo leva a uma deficiência na produção de cortisol e à fadiga crônica.

Diagnosticando a fadiga crônica

Uma vez instalada no organismo a fadiga crônica pode causar uma série de sintomas: depressão, ansiedade, insônia, sonolência, cansaço extremo, hipertensão arterial, palpitação, dores no peito, dores de cabeça e no corpo todo, alergias, eczemas, dermatite seborréica, dor de estômago, diarreia, prisão de ventre, colite e uma baixa de imunidade, com resfriado, sinusite, herpes, candidíase, cistite e infecções urinárias recorrentes. Por apresentar uma variedade tão grande de sintomas, a fadiga crônica acaba não sendo diagnosticada. Os sintomas acabam sendo tratados isoladamente, sem uma melhora da pessoa como um todo.

Por esse motivo, é essencial diagnosticar a fadiga crônica. Para isso a pessoa precisa ser vista e avaliada como um todo e por um médico que conheça bem o seu histórico e esta doença.

O médico precisa fazer uma investigação minuciosa sobre a sua rotina diária, alimentação, qualidade do sono, estado emocional e realizar uma série de exames que sejam capazes de diagnosticar o seu problema. É fundamental que seja feito uma análise do cortisol na saliva, no sangue e na urina de 24 horas, um exame novo que está começando a ser feito no Brasil.

A importância da mudança de hábitos

É impossível eliminar o estresse e a preocupação da vida cotidiana. Porém, existem atitudes que podem ajudar a lidar melhor com os problemas e reduzir o nível de tensão e estresse. A mudança de hábitos é um poderoso aliado e pode ser decisivo para vencer essa batalha:

Alimentação balanceada é o alicerce da saúde;
Água é a fonte da vida. Tome 2 litros de água por dia;
Exercícios regulares melhoram a saúde física, mental e emocional;
Sono de qualidade reduz o estresse e a produção de adrenalina e cortisol no organismo;
Yoga, meditação e caminhadas ao ar livre, também reduzem o estresse e a produção de adrenalina e cortisol no organismo;

Todas esses hábitos, são atitudes que tanto agem na prevenção, como auxiliam no tratamento da fadiga crônica, aliadas à prescrição do seu médico.

Tratamento de revitalização

Dentro da Nutrologia e Terapia Ortomolecular, o tratamento da fadiga crônica é feito através da correção dos níveis de cortisol, redução do estresse e do programa de revitalização. Após analisar todos os fatores e verificar o tratamento mais indicado, é feita a reposição de vitaminas, aminoácidos e minerais. Cada um desses elementos tem diferentes efeitos sobre o funcionamento corporal.

Vitaminas: são substâncias que o nosso organismo não é capaz de produzir. São essenciais para a formação dos neurotransmissores cerebrais e o funcionamento do sistema nervoso, produção de energia, metabolismo corporal e proteção corporal pelo seu efeito antioxidante.

Aminoácidos: Os aminoácidos são responsáveis pela criação de milhares de proteínas, tijolo da construção de todos os tecidos corporais. Nosso organismo não consegue produzir 12 dos 20 aminoácidos existentes. São os chamados amnoácidos essenciais, que são adquiridos pela alimentação. Os aminoácidos influenciam no humor, disposição, sono, concentração, memória, músculos, metabolismo e performance corporal.

Minerais: Alguns minerais são essenciais para o organismo, como ferro, cobre, zinco, selênio, manganês, magnésio, fósforo e cálcio. São importantes como antioxidantes, para a função da tireoide, metabolismo ósseo e muscular, formação das proteínas, imunidade, etc.
O tratamento sempre será individualizado de acordo com a necessidade de cada paciente. Dependendo do quadro clínico e da intensidade dos sintomas, o tratamento será administrado por via oral ou endovenosa. Apenas o médico responsável pode determinar a melhor opção para cada paciente. A mudança de hábitos é indispensável e faz parte do tratamento.

No vídeo abaixo, o Dr. Frederico Pretti dá uma rápida explicação sobre o tratamento de revitalização que fazemos em nossa clínica.

Se você se identificou com alguns dos sintomas descritos acima ou tem se sentindo cansado, desvitalizado e desanimado por um longo período, entre em contato conosco para ter mais informações sobre o nosso programa de revitalização.

Texto: Dr. Frederico Pretti



Postado em 23 de junho de 2017, por  
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Alimentos que desintoxicam

Atualmente, vivemos expostos a uma sobrecarga de toxinas que ultrapassa a capacidade de eliminação do nosso organismo. Essa intoxicação crônica é responsável por uma infinidade de doenças que não associamos à origem tóxica, em grande parte das vezes.

Por isso, de tempos em tempos, uma DIETA DETOX é bem-vinda, pois ajuda o corpo a eliminar substâncias tóxicas. Essa dieta melhora o metabolismo corporal, emagrece e produz uma agradável sensação de saúde e bem-estar, além de auxiliar na prevenção e tratamento de uma série de problemas de saúde.

Você pode fazer uma DIETA DETOX toda segunda feira à base de água, chás, sucos, caldos e sopas. Caso você sinta que necessita de uma limpeza mais profunda, faça a dieta durante 3 dias consecutivos.

dieta-detox

Alimentos com alto poder desintoxicante

Abacaxi

O abacaxi tem ação desintoxicante, antioxidante, diurética e laxativa. Melhora o funcionamento do fígado e vesícula biliar, facilita a digestão de carnes, retira o excesso de muco do organismo. É muito bom para o pulmão, especialmente em forma de suco verde com agrião, nabo e hortelã.

Laranja

A laranja, ingerida com a pele, tem ação desintoxicante, antioxidante e laxativa, e combina muito bem com várias frutas. Pode ser misturada à salsinha, hortelã, manjericão, couve e espinafre na hora de fazer um bom suco detox.

Limão

O limão tem uma excelente ação desintoxicante, antioxidante e levemente adstringente, sendo bom para quem tem tendência para má digestão e diarreia. Para fazer um suco detox, você pode combiná-lo com abacaxi, laranja, couve, espinafre, salsinha, hortelã, manjericão, entre outros. Pode também ser usado em jejum, com uma xícara de água morna e uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio, para quem tem problema de estômago.

Maçã

A maçã é rica em fibras, especialmente a pectina, que tem uma excelente ação desintoxicante, antioxidante e anti-inflamatória. Regula o funcionamento intestinal, reduz o colesterol e limpa as artérias. Acalma e melhora a qualidade do sono. Possui também ação antiácida, ativa a função do fígado, funciona como antisséptico para rins e bexiga e reduz o ácido úrico.

Melancia

A melancia tem uma excelente ação desintoxicante, antioxidante, diurética e laxativa. Fora das principais refeições, experimente o suco de melancia com hortelã e gengibre, extremamente refrescante.

Alcachofra, Brócolis, Couve, Couve-flor, Couve-de-bruxelas e Repolho roxo

Essa família, possuí uma excelente ação hepatoprotetora, desintoxicante, antioxidante, anti-inflamatória e anticancerígena. Deveriam ser usados diariamente nos portadores de câncer e com cautela nos portadores de hipotireoidismo.

Os talos do brócolis e da couve podem ser usado em sucos verdes. A couve é boa para dor de estômago e anemia, por ser rica em ferro. A alcachofra tem uma leve ação laxativa e diurética. O repolho roxo é muito bom para diabéticos e para corrigir a disbiose intestinal.

Aipo e Berinjela

O aipo tem uma excelente ação desintoxicante, antioxidante e diurética, sendo um bom componente para um suco detox. A berinjela é levemente laxativa e tem uma excelente ação desintoxicante, além de reduzir em torno de 10% o nível de colesterol no sangue e proteger os rins.

Salsinha, Coentro, Hortelã, Manjericão e Orégano

Todos esses temperos possuem uma excelente ação desintoxicante, antioxidante, anti-inflamatória e anticancerígena. Com exceção do orégano, todos combinam muito bem em um suco detox. A salsinha tem uma excelente ação diurética e reduz a pressão arterial. O coentro e orégano são bons para o cérebro e tem uma boa ação antifúngica, especialmente para a candidíase vaginal. A hortelã é boa para reduzir a formação de gases no intestino. E o manjericão é muito bom para acalmar o sistema nervoso e o coração, funcionando como um antiarrítimico, especialmente o roxo.

Pimentas, Pimentões e Tomates

Todos esses temperos possuem uma excelente ação desintoxicante, antioxidante anti-inflamatória e anticancerígena. Podem ser usados crus, cozidos, assados ou refogados com um pouco de azeite extravirgem.

Cúrcuma, Curry e Gengibre

A cúrcuma (ou açafrão) e o curry possuem uma excelente ação desintoxicante, antioxidante, anti-inflamatória, anticancerígena, antifúngica e antimicrobiana. Deveriam ser usados de forma rotineira no preparo dos alimentos, especialmente nos portadores de câncer e doenças inflamatórias.

O gengibre fortalece o pulmão, ativa o metabolismo corporal e aquece o corpo, mas ele pode elevar a pressão arterial e deve ser usado com cuidado por quem tem hipertensão arterial.

Chá Verde

O chá verde tem uma ação desintoxicante, anti-inflamatória e anticancerígena. Protege contra o envelhecimento precoce, emagrece e protege o fígado. Melhora a digestão e reduz a absorção de ferro, quando usado logo após as principais refeições. Pode ser usado gelado e fora das refeições com raspas de laranja, limão, gengibre e canela. Não deve ser usado a noite, especialmente para quem tem dificuldade para dormir.

Chá de Dente de Leão

O chá de dente de leão tem uma ação desintoxicante, anti-inflamatória e laxante. É um bom protetor do fígado e tonifica o organismo. Usar no máximo 3 xícaras por dia, logo após as refeições.

Chá de Cavalinha

O chá de cavalinha contém muitas propriedades que ajudam a desintoxicar o organismo. Recomenda-se o preparo do chá com uma colher desta planta e outra de hortelã, menta ou erva-doce.

Chá de Maçã

O chá de maçã tem uma ação desintoxicante, antioxidante e calmante. Quando usado a noite ajuda a combater a insônia. Pode-se adicionar canela em pau, para melhorar o metabolismo corporal.

Texto: Dr.Frederico Pretti



Postado em 2 de junho de 2017, por  
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Desintoxicação, saúde e bem-estar

Ao longo dos anos, acumulamos várias substâncias tóxicas nocivas à nossa saúde. Essas toxinas são provenientes de hábitos alimentares inadequados, alimentos industrializados, fumo, álcool e outras drogas, poluentes ambientais, agrotóxicos, metais tóxicos, inflamação crônica, infecções recorrentes, radicais livres, estresse, entre outros.

Essas substâncias se depositam nos líquidos e gorduras corporais, causando inúmeras disfunções orgânicas. O nosso organismo tem mecanismos capazes de neutralizar substâncias tóxicas transformando-as em não tóxicas, e eliminá-las pelo pulmão, rim e intestino.

Hoje em dia, estamos expostos a uma carga tóxica exagerada que sobrecarrega os nossos sistemas fisiológicos e ultrapassa a nossa capacidade de neutralizar e eliminar essas toxinas. O resultado é uma intoxicação crônica, responsável por uma infinidade de doenças, que nem de longe desconfiávamos ser de origem tóxica.

Desintoxicação, saúde e bem estar

A desintoxicação é um processo que tem como objetivo auxiliar na eliminação de substâncias tóxicas ou estranhas ao nosso organismo. Fazer uma DETOX, de tempos em tempos, não só previne, mas ajuda a tratar uma série de problemas de saúde, listados abaixo.

Problemas decorrentes da intoxicação crônica

Entre os problemas causados pelo excesso de toxinas, podemos citar alergias respiratórias e cutâneas, urticárias, eczemas, distúrbios gastrointestinais e imunológicos. A lista se estende por vários males:

Fadiga crônica

Imunidade baixa

Inflamação crônica
Distúrbios hormonais
Envelhecimento precoce

Problemas de pele, cabelos e unhas

Dores no corpo, cabeça e articulações

Inchaço constante em torno dos olhos

Sobrecarga do fígado e vesícula biliar
Dificuldade de concentração e memorização

Distúrbios metabólicos e dificuldade para emagrecer

Dificuldade para iniciar o sono, sono entrecortado e insônia
Depressão, ansiedade, nervosismo, irritabilidade e mau humor

Retenção hídrica constante com sensação de inchaço no corpo todo
Disbiose com alteração da permeabilidade e função de barreira intestinal
Herpes, candidíase, cistite, infecção urinária, resfriado e sinusites recorrentes
Sensibilidade alimentar com sensação de empanzinamento, gases, abdome inchado e diarreia

 

Como neutralizar e eliminar toxinas do seu organismo

 

Preste atenção à sua alimentação. Consuma preferencialmente produtos frescos, integrais e orgânicos, frutas de baixo índice glicêmico, frutas oleaginosas, leguminosas, brotos, verduras e legumes que nascem acima da terra, peixes de mar, ovo e frango caipiras, temperos e condimentos frescos ou secos. Tome no mínimo 2 litros de água por dia, um suco verde pela manhã e uma salada crua e colorida no almoço ou jantar. Tome diariamente um pool de lactobacilos para melhorar a flora bacteriana e a saúde intestinal, combatendo tanto a prisão de ventre como a tendência à diarreia. Pratique atividade física regularmente, para eliminar especialmente toxinas provenientes do estresse.

Reduza o consumo de alimentos industrializados, frituras e alimentos gordurosos, sal, açúcar, doces e adoçantes não calóricos, carnes vermelhas, leite e derivados.

Se você for intolerante ou alérgico ao glúten, não coma produtos que contenham trigo, e aprenda a ler os rótulos, porque o glúten está presente em uma infinidade de alimentos industrializados, suplementos alimentares e até medicamentos. Esses cuidados são simples e podem melhorar a sua qualidade de vida.

Texto: Dr. Frederico Pretti



Postado em 26 de maio de 2017, por  
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Modulação hormonal e câncer

Hormônio é um assunto polêmico, complexo e delicado, que causa medo e insegurança nas pessoas em geral e até mesmo nos médicos. As mulheres em especial, durante a pré e pós menopausa, vivem um grande dilema: faço ou não faço reposição hormonal? A maioria dos médicos adota uma postura conservadora e diz: é mais prudente não usar, pois hormônios podem causar câncer.

Os homens são vítimas do mesmo dilema. Durante a andropausa, a queda da testosterona, o principal hormônio masculino, começa a produzir sintomas: diminuição da libido e qualidade da ereção, perda muscular, diminuição da  agressividade nos negócios e uma maior insegurança ao tomar decisões. E logo surge a dúvida: faço ou não faço reposição hormonal? Mas e o medo do câncer de próstata?

Casal faz uma consulta sobre reposição hormonal - Frederico Pretti

 

Algumas reflexões sobre o uso de hormônios

Quando o médico diagnostica que você está com hipotireoidismo, ele lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança um hormônio para a tireóide, e lhe diz: você vai fazer uso desse remédio para o resto da vida.

Quando o médico diagnostica que você está com diabete mellitus, ele lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança a insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, e lhe diz: você vai fazer uso desse remédio para o resto da vida.

Quando o médico diagnostica que seu filho está com retardo do crescimento, ele lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança o hormônio do crescimento (GH).

Quando sua filha vai iniciar a vida sexual, a primeira coisa que lhe vem à cabeça é levá-la ao ginecologista que lhe  prescreve, sem nenhum medo ou insegurança, um anticoncepcional para ela não engravidar, e lhe diz: você vai fazer uso desse remédio até a menopausa. E cada vez mais as mulheres inciam a vida sexual mais cedo – 13-15 anos. Se a menopausa ocorre em torno dos 45-50 anos, imagine a carga hormonal que essa mulher vai ingerir durante todo esse período.

Quando o médico diagnostica que sua filha está com ovário policístico, ele lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança o uso de anticoncepcionais, e lhe diz: você vai fazer uso desse remédio para o resto da vida, porque além dele evitar uma gravidez indesejada, ele vai manter a sua pele mais bonita e sem acne.

Quando o médico diagnostica que você está com endometriose, ele lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança o danazol – um hormônio androgênico derivado da testosterona, ou o dienogeste – um hormônio que inibe a produção de estradiol. E lhe diz: provavelmente você vai fazer uso desse remédio até a menopausa.

Quando você tem uma TPM fortíssima, o médico lhe prescreve sem nenhum medo ou insegurança um anticoncepcional de uso ininterrupto, o diu mirena ou o implanon. Hormônios que vão suspender a menstruação e  melhorar os sintomas. E lhe diz: você pode fazer uso desses remédios até a menopausa.

As clínicas de fertilização feminina prescrevem, sem nenhum medo ou insegurança, vários hormônios considerados cancerígenos, exatamente em uma mulher que vai gerar um bebê e produzir mais hormônios que em qualquer outro período de sua vida.

Algumas considerações sobre o uso de hormônios

Como vimos acima, a medicina recomenda o uso de vários hormônios considerados cancerígenos sem nenhum medo ou insegurança: estradiol, progesterona, progestágenos, testosterona, androgênios derivados de testosterona, DHEA, GH, etc.

Todos os anticoncepcionais tem em sua composição dois hormônios considerados cancerígenos: estradiol e progestágenos, uma progesterona sintética com efeitos muito piores que a progesterona natural.

Os anticoncepcionais sabidamente aumentam o risco de trombose e embolia pulmonar, especialmente em mulheres jovens, pelo fato de conter em sua composição o hormônio estradiol.

Os anticoncepcionais sabidamente diminuem a libido, dificulta o ganho de massa muscular, aumenta a flacidez e a celulite, e ainda pode contribuir para o ganho de peso.

Os anticoncepcionais podem provocar enxaquecas e dores de cabeça fortissimas, além varizes e dores nas pernas, a ponto de algumas mulheres não conseguirem usá-los.

Se a medicina tem certeza que os hormônios causam câncer, deveria ser proibido o uso de anticoncepcionais e tratamentos de fertilização feminina, ou pelo menos exigir que fosse feito um estudo genético para avaliação de predisposição ao câncer e ao risco de trombose e embolia pulmonar, o que geralmente não ocorre.

Por que fazer uma reposição hormonal?

Mulher sente efeitos da menopausa. A reposição hormonal pode ajudar a diminuir o calor e os outros sintomas - Frederico Pretti

Porque precisamos corrigir deficiências hormonais que aparecem durante a andropausa, a menopausa e o próprio envelhecimento. Porque os hormônios são essenciais à saúde, beleza, bem-estar, longevidade e qualidade de vida.

Como vimos acima, a medicina recomenda o uso de hormônios para tratar uma série de problemas, sem nenhum medo ou insegurança. Mas quando homens e mulheres necessitam fazer uso desses mesmos hormônios os médicos logo dizem: cuidado, hormônios podem causar câncer.

Realmente não entendo. Pois me parece um contrassenso. Como a medicina pensa em proporcionar uma longevidade saudável, sem os hormônios. Seus hormônios não caem porque você envelhece. Você envelhece porque os seus hormônios caem.

Durante a gestação a mulher passa nove meses com seus hormônios nas alturas. Em nenhum momento de sua existência a mulher vai conviver com níveis tão altos de hormônios:

  • Quantas vezes vocês ouviram dizer que uma mulher teve câncer de mama, ovário ou útero durante a gestação?
  • Quem tem maior incidência de câncer: a gestante ou a mulher depois da menopausa, cujos hormônios estão francamente em queda?
  • Quem tem maior incidência de câncer: a mulher que teve várias gestações ou a que não teve nenhuma, e portanto nunca teve essa enxurrada de hormônios em seu corpo?

Será que os hormônios, substâncias tão essenciais à saúde, bem-estar, longevidade e qualidade de vida,  são os únicos responsáveis pelo aumento da incidência de câncer?

Não. O câncer é um problema complexo e multifatorial. Veja abaixo os fatores que podem contribuir para o surgimento do câncer:

  • Hereditariedade;
  • Depressão, tristeza e mágoas;
  • Hábitos alimentares inadequados;
  • Carências nutricionais específicas;
  • O excesso de sal e açúcar;
  • O excesso de gordura trans ou hidrogenada;
  • O excesso de alimentos modificados geneticamente;
  • O excesso de alimentos com cor, sabor e aroma artificiais;
  • O excesso de alimentos industrializados e cheios de conservantes;
  • O excesso de poluentes ambientais e agrotóxicos;
  • O excesso de xenoestrógenos que alteram o equilíbrio hormonal;
  • O excesso de radiações eletromagnéticas;
  • O excesso de fumo e bebidas alcoólicas;
  • Sistema imunológico incompetente;
  • Disbiose intestinal;
  • Sedentarismo;
  • Etc.

A medicina ainda vai chegar à conclusão de que os hormônios nos protegem contra o câncer

Homens jovens têm muita testosterona e pouco câncer de próstata. Homens idosos têm pouca testosterona e muito câncer de próstata. Com a queda da testosterona, ocorre uma predominância de hormônios estrogênicos sobre os androgênicos. Isso sim é um grande problema para a próstata.

Testosterona não causa câncer de próstata. A queda da testosterona é que deixa os homens mais predispostos ao câncer de próstata. Portanto, a testosterona protege contra o câncer de próstata.

Mulheres jovens e gestantes têm muito estrogênio e progesterona, e uma baixa incidência de câncer de mama. Mulheres depois da menopausa tem pouco estrogênio e progesterona, e uma alta incidência de câncer de mama.

Portanto, seria correto dizer que esses hormônios protegem contra o câncer de mama.

Mulheres que nunca engravidaram têm uma maior incidência de câncer de útero do que mulheres que tiveram múltiplas gestações. Portanto, seria correto dizer que o aumento da produção de hormônios durante a gestação protege contra o câncer de útero.

Mulheres japonesas têm uma baixa incidência de câncer de mama. No entanto elas comem muita soja que sabidamente estimula a produção de estrogênios, acusados de causar câncer de mama.

O iodo é outro fator importante para que mulheres e homens japoneses tenham uma menor incidência de câncer de mama e próstata. Eles consomem diariamente uma proporção de iodo cerca de 100 vezes maior que a nossa. Porque o iodo regula a resposta hormonal da mama e da próstata e testes in vitro têm demonstrado que o iodo mata a célula cancerosa.

Programa de Modulação Hormonal

O Programa de Modulação Hormonal da Clínica Frederico Pretti tem como objetivo básico restabelecer o equilíbrio hormonal do organismo como um todo, otimizando o seu funcionamento.

Entre em contato e agende uma consulta.

Texto: Dr. Frederico Pretti e Dr. Antônio Geraldo Câmara



Postado em 17 de abril de 2017, por  
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O estresse de estudantes no momento do vestibular

Estresse, apesar de ser comumente conhecido como um vilão, é um mecanismo biológico fundamental para nossa sobrevivência.

O estresse de estudantes no momento do vestibular

O estresse nos ajuda a ter mais atenção e foco e contribui para que consigamos realizar nossas tarefas com melhor performace. O problema se dá justamente quando ele deixa de ser algo positivo e eventual e passa a tomar conta de nosso dia a dia. Algo muito comum para aqueles que sofrem da pressão com os estudos.

O vestibular é o foco dessa leitura justamente por ser a primeira fase de nossas vidas em que o estresse pode chegar em proporções perigosas. Muitas outras fontes ainda estão por vir: vagas de emprego, empréstimos, concursos públicos, campeonatos e até mesmo vida pessoal. A lista é grande e, sem o cuidado necessário, pode trazer consequências graves, como a depressão e a síndrome do pânico.

 

Entenda o estresse no momento do vestibular

O estresse de estudantes no momento do vestibular

O vestibular é um momento bastante temido entre os jovens. Afinal, é exigido que eles escolham um rumo profissional antes mesmo de completarem a maioridade.

Existe a pressão dos pais, da escola, dos cursinhos e até mesmo dos amigos tanto na escolha de um curso superior, quanto na sua aprovação no vestibular. Ocorre a competição dentro e fora da escola por notas melhores e o temor de não ser aprovado em uma instituição pública, caso essa seja a única opção viável. Ah, e ainda é preciso estudar. Exaustivamente.

A estudante de medicina Clara Jamarino conta a sua rotina intensa durante a preparação para o vestibular. Além da competição por uma vaga em um dos cursos mais concorridos do país, a reprovação em duas provas anteriores aumentou ainda mais a cobrança interna, o que levou a um quadro intenso de estresse. “Entrei em desespero, me sentia muito cansada, incapaz, com um fluxo de pensamento altamente acelerado que me atrapalhava a dormir e a concentrar nas minhas atividades”, relata a estudante.

 

Os riscos do estresse

Muitos adolescentes deixam de sair com amigos para se preparar para o vestibular. Atividades físicas, aulas de música e prazeres cotidianos passam a ser deixados de lado para dedicar-se ao máximo aos estudos. Com uma vida cada vez mais focada na meta de ser aprovado, ignorando os pequenos e grandes prazeres, a saúde física e psicológica do indivíduo pode ser severamente prejudicada.

A curto prazo, temos como principais problemas insônia, perda do apetite, ansiedade e mudanças bruscas de humor.

A longo prazo, as consequências podem ser muito mais severas. Justamente por a adolescência ser um momento de construção de identidade, ter o estresse como presença constante pode fazer com que ele a leve para toda vida. Esse é o chamado estresse crônico.

Além disso, o conjunto de pressões próprias e externas, associado à ansiedade e personalidade do indivíduo, pode levar à depressão. A condição consiste em uma série de fatores que se acumulam de tal maneira que se torna praticamente impossível manter um estado de felicidade. O estresse pode ser uma porta de entrada para que os temores e inseguranças do jovem cresçam em escala preocupante.

Clara nos conta ainda que o seu nível de estresse estava tão alto que, se não tivesse procurado ajuda médica na Clínica Frederico Pretti, poderia ter desenvolvido um quadro de síndrome do pânico.

Hipertensão, enxaqueca, dores no corpo, fadiga, são outros problemas que podem ser desencadeados pelo estresse contínuo.

Não há dúvidas de que o estresse é necessário, mas o momento em que ele passa a dominar nossas vidas é quando devemos buscar ajuda.

 

Estresse tem tratamento!

O estresse de estudantes no momento do vestibular

Temos na Clínica um programa anti-estresse para ajudar tanto jovens quanto adultos a diminuírem o estresse crônico e suas consequências.

O tratamento traz inúmeras vantagens ao paciente. Melhora  a vitalidade, disposição ,energia, concentração e  ansiedade, o que contribui para melhores noites de sono e um humor estável.

Após realizar o tratamento na clínica, Clara nos conta como a sua rotina mudou: “depois de 15 dias de tratamento, já pude perceber uma pequena redução no meu nível de estresse, e com 3 meses já me sentia muito mais tranquila, com um sono de qualidade e maior atenção nas minhas atividades. Hoje, me sinto feliz por ter conseguido passar por um momento de alta tensão de forma mais leve e por ter maior controle sobre meu estresse”. Ela realizou as provas com muito mais confiança e foi aprovada em dois vestibulares de medicina.

O estresse deve sim existir na vida do estudante ou de qualquer outra pessoa, porém nunca de forma a prejudicar sua saúde física e mental!

 



Postado em 27 de março de 2017, por  
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